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Notícias do Fluminense

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Audiência pública na Câmara vai discutir novos rumos para a crise da Feuduc

► A crise na Feuduc-Fundação Educacional de Duque de Caxias, tornada pública há pouco mais de um ano, teve grandes desdobramentos esta semana. Alunos e professores participaram de uma manifestação no final da tarde de ontem (7), em frente ao prédio da entidade, no bairro São Bento, em protesto à demissão de três professores antigos, do curso de história, na sexta-feira (4), ato acompanhado por duas viaturas da Polícia Militar. Na noite de ontem (8), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) participou de um encontro na Câmara Municipal, que reuniu vereadores, professores e representantes de vários partidos políticos. A pauta era avaliar a proposta do prefeito Washington Reis, no sentido de municipalizar a entidade para tentar salvá-la da falência. Daí, a convocação de uma audiência pública para a próxima semana.

Alunos, professores e outros presentes que se manifestaram na Câmara, responsabilizaram o Conselho Diretor pela crise. O vereador Nivan Almeida, líder do governo, confirmou a convocação de uma audiência pública para tratar da crise da Feuduc, uma entidade de direito privado e cuja dívida já ultrapassa R$ 3 milhões. Informações não oficiais dão conta que o déficit mensal da Feuduc é de cerca de R$ 200 mil. A direção da Feuduc não confirmou a readmissão dos três professores demitidos, Alexadnre dos Santos marques, Antonio Augusto Braz e Marlucia Santos de Souza.

(Texto e foto: Josué Cardoso)

Secretaria de Comunicação e Eventos

Foi realizada a IV Conferência Municipal de Meio Ambiente de Duque de Caxias. O evento foi aberto na Câmara Municipal da cidade pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Aluísio Firmiano. Na abertura, o representante da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), Milton Costa, falou sobre a importância da preservação do meio ambiente para a perpetuação da vida.

Os debates foram realizados na sede da Federação das Associações de Moradores de Duque de Caxias (MUB). Na ocasião também foram eleitos os 20 membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente para o período 2007/2008. O objetivo do evento é propor políticas públicas de meio ambiente para o município. Foram discutidas as “Mudanças Climáticas” (geral e local) e a “Situação atual e futura destinação de resíduos sólidos no município de Duque de Caxias.

Participaram da abertura do evento o secretário municipal de Meio Ambiente, Aluízio Firmiano, representando o prefeito, o vereador Nivan Almeida, o secretário executivo do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, José Avelino da Silva, a diretora do Parque Municipal da Taquara, professora Vera Lúcia, a coordenadora de Relacionamento Externo da Reduc, Juliana de Paula Rego, e o representante da Reduc, Milton Costa.

 Representantes de várias entidades participaram da IV Co nferência de Meio Ambiente.
Representantes de várias entidades participaram da IV Co nferência de Meio Ambiente.

 O secretário de Meio Ambiente, Aluizio Firmiano, na abertura da IV Conferência de Meio Ambiente.
O secretário de Meio Ambiente, Aluizio Firmiano, na abertura da IV Conferência de Meio Ambiente.

Texto: Audrey Andrade / Fotos : Nehemiahs Avilis

Secretaria de Comunicação e Eventos

Um convênio assinado entre a Prefeitura de Duque de Caxias e o Instituto Qualidade de Vida (Iquavi), mantido pela Petrobras, garantiu verba de R$ 800 mil para o projeto Guarda Florestal Mirim, promovido pela Secretaria de Meio Ambiente no Parque da Taquara, no Terceiro Distrito. O dinheiro será investido em infra-estrutura tecnológica do parque para tornar mais dinâmico o projeto. O documento foi assinado pelo prefeito Washington Reis, o gerente geral da Reduc, Daniel Machado, e o presidente do Iquavi, Sidicley Bernardes, em cerimônia que contou com apresentação do coral da primeira turma de guardas florestais mirins. Estiveram presentes também o secretário de Meio Ambiente, Aluízio Firmiano da Silva, o vereador Nivan Almeida e secretários municipais.

 Prefeito Washington Reis passa em revista um grupo de Guardas Florestais Mirins durante o evento
Prefeito Washington Reis passa em revista um grupo de Guardas Florestais Mirins durante o evento

Segundo a diretora do Parque da Taquara, Vera Lúcia Rocha, o investimento dará maior suporte aos projetos da parceria com a Petrobras, possibilitando a aquisição de equipamentos como computadores, data-show, um veículo utilitário para uso no transporte dos alunos para palestras e eventos em escolas e instituições ambientais, não só em Caxias, mas nas cidades que manifestarem interesse em conhecer o projeto Guarda Florestal Mirim. “É muito importante, não só para a preservação do meio ambiente, mas também para preparar o futuro para nossas crianças”, observou.

Para o prefeito Washington Reis, o convênio é uma iniciativa importante e o reconhecimento de um trabalho sério desenvolvido por seu governo em favor da conservação ambiental. “Nossa cidade nunca teve tanta integração como a que estamos realizando e esta não é apenas mais uma das muitas parcerias que temos com a Petrobras”, destacou e acrescentou que se sente orgulhoso do bom relacionamento com a empresa. “Cuidar do meio ambiente é tratar bem a natureza e também a população, por isso estamos promovendo obras de qualidade por toda a cidade, garantindo conforto e comodidade a todas as pessoas, sem distinção de classe”, concluiu.

O gerente da Reduc, Daniel Teixeira, cumprimentou Vera Lúcia pelo trabalho à frente do projeto e disse que o planeta mostra que não suporta mais os atos irresponsáveis do homem. “É hora de pensar em parar de agredir a natureza, como lembrou o ex-presidente americano Al Gore em seu documentário sobre o meio ambiente”, destacou. Ele admitiu que a Petrobras despeja grande quantidade de C02 na atmosfera, mas que faz pesquisas para reduzir a emissão de gases. “Precisamos envolver governos, empresas e escolas na busca de uma solução para acabar com os danos ao planeta e em Caxias este trabalho começa aqui, no Parque da Taquara”, concluiu.

 Prefeito Washington Reis, o gerente-geral da Reduc, Danilo Teixeira, e o presidnte do Iquavi, Sidicley Bernardes, assinam o convênio.
Prefeito Washington Reis, o gerente-geral da Reduc, Danilo Teixeira, e o presidnte do Iquavi, Sidicley Bernardes, assinam o convênio.

O Projeto Guarda Florestal Mirim envolve 240 alunos da rede municipal, com idade entre 07 e 14 anos, em duas turmas, com aulas às terças e quintas-feiras, nos turnos da manhã e tarde. As aulas acontecem na área do Parque da Taquara, onde as crianças aprendem, entre outras coisas, como evitar a poluição de matas e cachoeiras, identificação de plantas medicinais e venenosas, técnicas de rapel, primeiros socorros e como proceder em caso de acidentes com cobras, além da convivência em harmonia com a natureza. A primeira turma acabou de se formar e o segundo grupo de alunos deve chegar ao parque em agosto, quando as aulas reiniciam.

Reforços do Flu podem vir da Série B

Além de Ciel, do Ceará, Tricolor estaria atrás de outros dois jogadores

Das agências de notícias Rio de Janeiro

Perto de fechar com o atacante Ciel, do Ceará, o Fluminense pode buscar outros jogadores que atuam na Segundona do futebol brasileiro. Os citados desta vez são o apoiador Marquinhos, do Avaí, e o lateral-direito Marcos Pimentel, do Barueri.

A diretoria tricolor considera difícil a contratação de Marquinhos, pois o Avaí está na briga direta por uma vaga na Série A de 2009. O time catarinense está na quarta colocação.

Já Marcos Pimentel foi oferecido ao clube, mas não há nada de concreto.O presidente do clube paulista, Walter Sanches, afirmou não ter sido procurado e destacou que o jogador dificilmente sairá. O Barueri está na quinta colocação da Série B, mas deu uma pista interessante.

- O Santos nos procurou para saber do jogador na época em que o Cuca era o técnico – diz o dirigente.

O técnico tricolor conhece o futebol de Marcos Pimentel e já afirmou que tem jogador da Série B pronto para jogar pelo lado direito.

Somália se diz pronto para ser titular

Atacante pede a ajuda da torcida para deixar novamente a degola

Leandro Menezes Rio de Janeiro

Somália espera ser titular contra o Santos

Com a expulsão de Washington no empate em 0 a 0 com o Grêmio, sábado passado, no Maracanã, abriu-se uma vaga no comando do ataque tricolor. Um dos candidatos para ganhar uma chance no time titular é o atacante Somália.

Recuperado de uma lesão no joelho direito, que o afastou do futebol por oito meses, ele se diz pronto para ajudar o Fluminense a conquistar uma vitória contra o Santos.

- Venho treinando para ser titular, mas sei também que o Cuca tem outras opções no elenco. Se depender de mim, vou trabalhar forte a semana inteira para chegar no fim de semana pronto e à disposição do treinador. Tive problemas médicos e voltei a jogar no fim do primeiro turno, ainda com Renato Gaúcho. Ele me escalou em dois jogos como titular e rendi o esperado – afirma Somália, que foi titular contra o Ipatinga, na última rodada do turno.

O atacante sabe que a ajuda da torcida será fundamental para que o time volte a conquistar vitórias, principalmente fora de casa.

- O time está no caminho certo e ainda não perdeu sob o comando do Cuca. A torcida precisa manter a calma e nos apoiar cada vez mais. Já saímos uma vez da zona de rebaixamento e vamos sair novamente. Vamos atrás do título do segundo turno e, desta forma, fugir da degola – diz Somália.

O técnico Cuca preferiu não confirmar ainda quem será o substituto de Washington para a partida contra o Santos, no próximo domingo, na Vila Belmiro.

- Ele é uma das opções. Vamos conversar com todos para saber as reais condições dele depois da lesão. Vamos com calma, pois a semana está apenas começando. Temos muito trabalho pela frente ainda - afirma Cuca.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

CENTRO ASSISTENCIAL DE PROJETOS SOCIAIS

Endereço
ENDEREÇO AV. LUIZ ALVES DE LIMA, 22
Bairro: TAQUARA
Cidade: DUQUE DE CAXIAS Estado: RJ
MAPA CEP

Edcarlos é apresentado e se diz pronto para a concorrência

Novo zagueiro do Flu afirma que chega ao clube para lutar por uma vaga no time titular. Segundo ele, o fato de conhecer o técnico Cuca ajuda

Richard Souza Rio de Janeiro

Edcarlos foi apresentado no Fluminense

O zagueiro Edcarlos, novo reforço do Fluminense, foi apresentado no fim da tarde desta segunda-feira (01/09), nas Laranjeiras. Após passar por uma série de exames e assinar contrato, o jogador, inclusive, realizou um treino antes de sua apresentação. Ao lado do coordenador de futebol tricolor, Branco, o atleta se apresentou rapidamente e falou sobre sua expectativa no novo clube.

Edcarlos pertence ao Benfica (POR) e está emprestado ao Fluminense até dezembro de 2009. Ele já trabalhou com o técnico Cuca, no São Paulo, e com o meia Arouca e o coordenador Branco, na seleção brasileira Sub-20. Confira o que o novo zagueiro tricolor falou em sua apresentação:

Volta ao Brasil

- Estou muito feliz por voltar a jogar no Brasil, principalmente em uma equipe grande como o Fluminense. Estou preparado para a concorrência, pois ela sempre aparece em equipes desse nivel. Quem ganha com isso é o clube.

Chance de jogar no Rio

- Eu tinha contatos de equipes da Europa, mas isso não evoluiu. A opção de vir para o Fluminense, além de profissional também é pessoal. No Brasil, só joguei no São Paulo e depois segui para a Europa. E o Rio, assim como São Paulo, é um eixo do futebol brasileiro.

Adaptação nas Laranjeiras

- Conhecer esses profissionais (Cuca, Arouca e Branco) que trabalham hoje no clube ajuda na adaptação, mas o que conta mesmo é o trabalho feito pelo jogador dentro de campo. Isso traz tranqüilidade, pois eu já conheço a linguagem, o estilo do treinador.

Concorrência na zaga

- Meu intuito é fazer o melhor trabalho possível para conseguir a vaga de titular. O time está se encorpando e começa a viver um momento mais tranqüilo, que ajuda no crescimento do grupo.

Títulos conquistados

- Os títulos que ganhei no São Paulo (foi campeão da Libertadores e do Mundial, em 2005) ajudam, mas o que passou passou. No futebol, muitas vezes nós temos que esquecer as conquistas para construir uma nova história.

Interesse do Vasco

- É a última vez que vou falar nisso (risos). Eu estou no Fluminense e não é certo ficar falando em outro clube. O Vasco não me procurou pessoalmente. Se eles contataram alguém, foi a diretoria do Benfica. Quando soube do interesse, eu disse que, para acertar, o clube teria que seguir as exigências do Benfica. Não houve uma escolha entre Fluminense e Vasco. O Fluminense andou mais e teve mais interesse.

Estréia

- Eu vinha treinando normalmente, fiz a pré-temporada toda, fiz alguns jogos e estou preparado. Agora vou me integrar ao elenco e ver qual a preferência do professor.

Edcarlos Conceição Santos

Naturalidade: Salvador (BA)

Nascimento: 10/05/1985 (23 anos)

Último clube: Benfica (POR)

Altura: 1,85m

Peso: 82kg

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A Eficácia do Riso


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional.

Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este, que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Bebidas Energéticas


Pessoas de diferentes idades fazem uso da
bebida energética para os mais diversos fins.

Bebida energética é a bebida que estimula o metabolismo, uma combinação de metilxantinas, vitaminas B, e ingredientes de ervas exóticas que têm por finalidade fornecer energia. Estas bebidas contêm cafeína, guaraná, taurina, ginseng, maltodextrina, inositol, carnitina, creatina, glucoronolactona, ginkgo biloba. Enquanto algumas versões contêm altos teores de açúcar, outras são adocicadas artificialmente.

A carnitina apesar de ser um forte estimulante, está presente em pequenas doses, portanto qualquer efeito de explosão pode ser psicológico. A quantidade de cafeína contida em uma dose de energético corresponde a 500 ml de refrigerante à base de cola. A taurina, um aminoácido presente no organismo humano, aumenta a resistência física e diminui os efeitos depressores do álcool.

A cafeína como é um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC) ocasiona aumento da atenção, estimula a liberação de adrenalina e facilita a liberação de cálcio, o que proporciona uma contração muscular mais efetiva. Sendo assim, a cafeína, pode atuar em três diferentes sistemas de fornecimento de energia (ATP, anaeróbio e aeróbio) estimulando-os.

A glucoronolactona é uma substância formada a partir de glicose, auxilia nos processos de eliminação de toxinas endógenas e exógenas. No exercício físico age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando a performance.

A bebida energética contém grande quantidade de carboidrato, o que a caracteriza como “Bebida Energizante”. São hipertônicas, tem grande concentração de açúcar, por isto estimulam a sede. Apresenta também vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo B.

Inicialmente a bebida energética foi desenvolvida para o público noturno, como, por exemplo, aquelas pessoas que desejavam passar a noite toda dançando. Porém hoje o perfil do consumidor é mais abrangente: tanto jovens e estudantes quanto outras pessoas de diferentes idades fazem uso dessa bebida para os mais diversos fins.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Cuca escala o time com quatro mudanças para o clássico de domingo no Maracanã

Thiago Silva, Roger, Carlinhos e Thiago Neves treinam entre os titulares

Leandro Menezes Rio de Janeiro


Cuca comandou o primeiro coletivo visando o clássico de domingo contra o Flamengo

O primeiro coletivo comandado pelo técnico Cuca tendo em vista o Fla - Flu de domingo, no Maracanã, começou com quatro mudanças em relação ao empate de 1 a 1 com o Sport , na rodada passada do Campeonato Brasileiro .

Os zagueiros Thiago Silva e Roger, o lateral-direito Carlinhos e o meia Thiago Neves entram no time nas vagas de Anderson, Romeu, Éverton Santos e Dodô, respectivamente.

O time mostrou não ter perdido o conjunto mesmo com quatro mudanças. Cuca parou o coletivo em diversas oportunidades para orientar os jogadores, principalmente Thiago Neves. No fim, vitória dos titulares por 4 a 0, com gols de Roger, Thiago Silva, Thiago Neves e Washington, este último encobrindo o goleiro do time reserva.

O time começou o coletivo com: Fernando Henrique; Thiago Silva, Luiz Alberto e Roger; Carlinhos, Maurício, Arouca, Thiago Neves e Junior Cesar; Conca e Washington. No fim da atividade, Éverton Santos entrou no lugar de Carlinhos e Fernando na vaga de Maurício.

Feliz da vida, Fernando Henrique completa 200 jogos pelo Tricolor

Goleiro lembra que a camisa 1 é a mais importante no clube por causa de grandes nomes no passado

Leandro Menezes Rio de Janeiro

Ampliar Foto Divulgação/Site Oficial do Fluminense Divulgação/Site Oficial do Fluminense

Fernando Henrique festeja grande marca

Quando Fluminense e Flamengo entram em campo para um confronto, seja por qual competição for, a partida sempre tem contornos especiais. Mas o Fla-Flu do próximo domingo, pelo Campeonato Brasileiro, terá um gostinho ainda melhor para Fernando Henrique. O goleiro tricolor completará 200 partidas com a camisa do clube e contra um adversário que traz boas recordações.

- Realmente perdi apenas uma vez em clássicos contra o Flamengo, mas sei também que esse tipo de estatística não entra em campo para ajudar a conquistar a vitória. O Flamengo vive um grande momento e vamos trabalhar forte para chegar no domingo preparado e com condição de vencer mais uma partida. A sensação de completar 200 jogos com a camisa tricolor é muito boa. Não é tão comum assim no futebol brasileiro, ainda mais num grande clube como o Fluminense. Procuro controlar a ansiedade ocupando o meu tempo com os treinos.

Nem mesmo as vaias que recebeu durante o empate em 1 a 1 com Sport, sábado passado, no Maracanã, são capazes de mexer com a tranqüilidade do camisa 1 tricolor. Segundo Fernando Henrique, a incerteza dos torcedores dá mais força para ele dentro de campo.

- Gosto de jogar em meio às dúvidas da torcida. Desta forma eu entro em campo e provo o contrário para eles. Mas um pouco de tolerância é sempre bom. Sou um goleiro experiente a ponto de saber que vaias não podem me abalar e aplausos não podem me empolgar. Todos somos passíveis de erros. Tenho a certeza de que estou fazendo um bom trabalho aqui no Fluminense – diz o goleiro tricolor, que vai mais adiante:

- Ninguém consegue enganar durante tanto tempo. Muitos podem enganar durante cinco, seis ou dez partidas. Mas durante 200 jogos fica um pouco difícil, né?

Ainda de acordo com Fernando Henrique, a camisa 1 do Fluminense é mais importante pelo fato de o clube ser uma grande escola de goleiros.

- Sem querer menosprezar as outras camisas, como a 10, a 7 ou qualquer outra, mas a 1 é a mais importante. O Fluminense tem na histórias grande goleiros que fazer esta camisa ser respeitada. E aumenta também a responsabilidade de quem a veste.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Thiago Neves está no Rio e novela sobre transferência continua

Meia tricolor espera contato de empresário para saber o seu destino e poderá jogar o Fla-Flu

Leandro Menezes Rio de Janeiro

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Thiago Neves aguarda definição sobre o futuro

Acabada a Olimpíada de Pequim, os jogadores da Seleção Brasileira de futebol voltam para seus respectivos clubes para o restante da temporada. Ao contrário do que se noticiou, o meia Thiago Neves, do Fluminense, não permaneceu na Europa para acertar os detalhes finais de sua transferência para o clube que ainda é mantido em sigilo.

Thiago Neves já está no Rio de Janeiro. Ele chegou por volta de 8h30m da manhã desta segunda-feira, no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, e aguardará contato de seu empresário, Léo Rabelo, para saber qual será o seu destino. Caso não aconteça novidade alguma nos próximos dias, o meia ficará à disposição do técnico Cuca para o Fla-Flu de domingo que vem.

Um pouco mais cedo, às 5h30m, o zagueiro e companheiro de clube, Thiago Silva, desembarcou no mesmo aeroporto. No fim de sua entrevista coletiva, ele recebeu uma ligação do amigo Thiago Neves dizendo que já estava em São Paulo e que chegaria no Rio de Janeiro um pouco mais tarde. Os dois se separaram na escala que o vôo da Seleção Brasileira fez em Paris, na França. Thiago Silva preferiu não falar muito sobre o futuro do companheiro.

- Fica difícil falar sobre um assunto que a gente não domina. Conversamos um pouco sobre isso em Pequim e acredito que Thiago Neves vai tomar a melhor atitude para a carreira dele. Assim como eu tomei a minha, que é a de ficar no Fluminense até dezembro e cumprir meu contrato até o fim – diz Thiago Silva.

Zagueiro tricolor chega feliz com a medalha de bronze

Thiago Silva sonha com futuras convocações para a Seleção Brasileira

Leandro Menezes Rio de Janeiro

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Thiago Silva mostra a medalha de bronze

A torcida do Fluminense já pode começar a comemorar. O xerife Thiago Silva está de volta e desembarcou no início da manhã desta segunda-feira, no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, trazendo na bagagem a medalha de bronze.

Cansado por causa da longa viagem entre Paris e Rio de Janeiro, Thiago Silva mostrou-se satisfeito com a conquista do terceiro lugar na Olimpíada de Pequim.

- Foi muito bom participar de uma Olimpíada e trazer uma medalha para o Brasil. Infelizmente ela foi de bronze e não de ouro, mas valeu a experiência. A vez novamente foi da Argentina, que venceu a Nigéria na final – diz Thiago Silva, que sonha com futuras convocações para a Seleção Brasileira.

- Tentei ajudar da melhor maneira os zagueiro Alex Silva e Breno, que formaram a dupla de defesa na competição. Tive um problema na preparação, mas busquei forças para ajudar meus companheiros. Espero que tenha deixado boa impressão e que outras convocações aconteçam.

Mesmo de longe, o zagueiro tricolor acompanhou a recuperação do Fluminense dentro do Campeonato Brasileiro.

- Torcer à distância é muito complicado, ainda mais quando a fase não é boa. Mas fiquei feliz com os bons resultados do time no Brasileiro e com a saída da zona de rebaixamento. Ficava ligando para os meus amigos no Brasil, tentava falar com eles pelo computador nos dias de jogo do Fluminense. A chegada do Cuca parece ter trazido um ânimo diferente para o time.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Brasil despacha a Itália, vai à final e abre caminho para a revanche contra os EUA

Time de Bernardinho vence por 3 a 1 e terá a chance de se vingar dos americanos menos de um mês após a eliminação na Liga Mundial

GLOBOESPORTE.COM Pequim

“Um milagre ajudaria a vencer o Brasil”, afirmou o técnico italiano Andrea Anastasi antes da semifinal olímpica. O set inicial até deu a entender que os deuses do vôlei vestiam azul nesta sexta, mas o otimismo dos europeus não durou mais que isso. No fim, festa verde-amarela.

Agência/AP

O Brasil de Giba levou a melhor no duelo entre as seleções que dominam o vôlei há duas décadas

O time de Bernardinho não demorou para juntar os cacos após a primeira parcial e, com autoridade, despachou a Itália com um 3 a 1 (19/25, 25/18, 25/21 e 25/22). A vitória coloca a seleção na final olímpica pela segunda vez seguida e prepara o terreno para a revanche contra os Estados Unidos, que tiraram o Brasil da decisão na Liga Mundial no Rio de Janeiro. Itália e Rússia duelam pelo bronze.

Clique aqui e confira a classificação completa do vôlei masculino nas Olimpíadas

A seleção brasileira entrou em quadra tendo o oposto Anderson, de agasalho, apenas como torcedor - ele se recupera de uma torção no tornozelo esquerdo. A Itália não contou com o líbero Corsano, que sofre com problemas físicos, e ainda mandou para o sacrifício o oposto Fei, que se recupera de uma lesão no tornozelo direito.

Susto no primeiro set

O Brasil saiu na frente com um ataque de Gustavo. E foi só no primeiro set. Depois disso, só deu Itália. Com uma série de saques forçados de Cisolla, a equipe européia abriu 6 a 2. Bernardinho parou o jogo, mas não adiantou nada. O capitão Giba não conseguia superar o bloqueio. André Nascimento também foi parado na muralha italiana. Dante, o único que virava bolas, pisou na linha ao atacar do fundo. O cenário só piorava, e a Itália chegou a abrir 9 a 2.

Dante voa alto para superar bloqueio da Itália

Giba só chegou ao primeiro ponto quando o Brasil já perdia por 14 a 10. Com 18 a 13, Bernardinho lançou Bruninho e Samuel. A novidade mexeu com os italianos, mas não a ponto de tirar deles a liderança. Os europeus mantiveram a vantagem confortável e, após um desperdício de saque de André Heller, fecharam a parcial em 25 a 19.

A derrota no primeiro set deixou o Brasil irritado. Giba, que só tinha virado quatro bolas, finalmente encontrou seu jogo.

- Quero bola alta, quero bola alta! - gritava para o levantador Marcelinho.

A seleção foi abrindo vantagem, mas, enquanto o capitão começava a acertar, Dante, o único que escapava do bloqueio italiano, passou a vacilar nos passes e foi substituído por Murilo. A alteração melhorou o sistema de jogo brasileiro, que ficou mais equilibrado na recepção. Os italianos não conseguiram repetir a eficiência no bloqueio. Gustavo, por sua vez, caprichou na parede, e o Brasil passou da casa dos 20. Com um ace de Bruninho, a seleção fechou o set em 25 a 18 e empatou a partida.

Brasil abre caminho para a vitória

O terceiro set foi bastante equilibrado. Desde o início, as seleções se revezaram no placar. Murilo, que atua no Modena e conhece o vôlei italiano, era uma boa opção para Marcelinho. Quando solicitado, pontuava sem dificuldade. Àquela altura, Giba já não tinha dificuldades para virar. Com as bolas altas pedidas por ele, explorava o bloqueio italiano. Gavotto continuou dando trabalho ao Brasil. Porém, mas concentrado, não deixava a vantagem de dois pontos cair. Abusando de seu repertório, o capitão brasileiro usou paralela, diagonal, largada... até que a diferença aumentou: 13 a 10, sob aplausos de Bernardinho.

Marcelinho vibra com set vencido pelo Brasil

O 16º ponto, que levou à segunda parada obrigatória, foi muito comemorado. Serginho defendeu, Marcelinho levantou e Giba cresceu da linha de 3m. Embalado pelo salto, pulou para os braços do treinador e do companheiro Samuel. No retorno à quadra, Cisolla e Mastrangelo subiram no bloqueio e caíram de mau jeito. Os dois saíram carregados e foram substituídos por Birarelli e Fei. Este último foi para o sacrifício, já que ainda não está totalmente recuperado de uma torção no tornozelo direito. O oposto italiano chegou a fazer um ponto na paralela, tirando a bola do bloqueio e de Serginho. Mas não foi o bastante para vencer o Brasil, que fechou em 25 a 21.

Surge o bloqueio

O bloqueio brasileiro finalmente apareceu no quarto set. Os dois primeiros pontos da seleção saíram das paredes montadas por André Heller e Gustavo. Cisolla voltou e Fei continuou em quadra. Perdendo por 6 a 4, o técnico italiano tirou o levantador titular e trocou seus atacantes. Em vão. Cada vez mais concentrado, Giba seguia forte nos ataques. Gustavo, companheiro de Fei no Treviso, marcou pontos importantes em cima do inimigo íntimo.

O Brasil tinha 13 a 9, e um erro de Giba levou Bernardinho a pedir tempo. A caminho do banco, o capitão se desculpou com os companheiros. Zlatanov entrou em quadra, o que melhorou o desempenho da Itália. Mas o bloqueio brasileiro e os ataques de Murilo e Giba mantiveram a vantagem. Com 20 a 18 no placar, Bruninho e Samuel entraram. Foi uma participação rápida, já que um ataque de Fei impediu o objetivo da alteração: parar os italianos no bloqueio.

Marcelinho e André Nascimento voltaram, e a diferença no placar deu tranqüilidade para o Brasil seguir virando bolas. Anastasi parou o jogo em 22 a 19, mas àquela altura, não havia mais o que fazer. Com um ataque de fundo de Murilo, a equipe verde-amarela fechou a tampa em 25 a 22 e garantiu a presença em mais uma final olímpica.

Confira o quadro de medalhas geral

Confira a programação e os resultados do dia

Seleção de Dunga bate Bélgica e se despede da China com o bronze

Com 3 a 0, Brasil chega à quarta medalha do futebol masculino em Jogos

GLOBOESPORTE.COM Xangai, China

Diego comemora o primeiro gol da vitória

A seleção brasileira juntou os cacos após a goleada sofrida para a Argentina e se despediu das Olimpíadas de 2008 com a medalha de bronze no futebol masculino. Nesta sexta-feira, o time de Dunga venceu a Bélgica por 3 a 0, em Xangai, e terminou o torneio em terceiro lugar.

Os gols de Diego e Jô (dois) garantiram a quarta medalha do Brasil no futebol masculino. Em 1984 e 1988, a equipe pentacampeã mundial ficou com a prata. Em 1996, o time também foi bronze. O futebol tem outras duas premiações em Jogos, mas com as mulheres: prata em 2004 e 2008.

A final das Olimpíadas entre Argentina e Nigéria será no sábado, à 1h (de Brasília), no estádio Ninho do Pássaro. Na semifinal, os hermanos venceram os brasileiros por 3 a 0 e acabaram com o sonho do Brasil em conquistar seu primeiro ouro olímpico no futebol. Os argentinos, campeões em 2004, tentam o bi.

A cerimônia de entrega das medalhas será após a decisão. Ao contrário de 1996, quando se recusou a subir no pódio, a CBF reserva espaço na programação para a presença da seleção no estádio para receber o bronze. A equipe deve chegar ao Brasil no domingo.

Muito criticado pela derrota para o maior rival na China, o técnico Dunga terá dois testes decisivos para sua permanência na seleção em setembro, pelas eliminatórias. No dia 7, a seleção principal enfrenta o Chile, fora de casa. Três dias depois, o treinador terá seu primeiro encontro com a torcida brasileira após a perda do ouro olímpico: no Rio, o Brasil recebe a Bolívia no estádio Olímpico João Havelange (Engenhão).

Jô ganhou chance como titular e não decepcionou: dois gols na vitória

A situação da equipe nas eliminatórias não é confortável. Com apenas nove pontos em seis partidas, a seleção está na quinta colocação, atrás de Paraguai (13), Argentina (11), Colômbia e Chile (10).

Os quatro primeiros se classificam diretamente para a Copa do Mundo na África do Sul em 2010. O quinto lugar terá que disputar uma repescagem contra o quarto colocado nas eliminatórias da Concacaf.

VEJA A SUPERGALERIA DE FOTOS

Em Xangai, Dunga escalou Jô no ataque ao lado de Ronaldinho, deixando Rafael Sobis e Alexandre Pato no banco. Os dois primeiros gols do Brasil saíram em jogadas pela direita do ataque, no primeiro tempo. Primeiro, aos 27, Jô deixou com Rafinha, que cruzou para Diego pegar de primeira, entre dois zagueiros, e acertar o canto do goleiro Bailly: 1 a 0. Aos 45, foi a vez de Ronaldinho achar Ramires entre a defesa. O cruzeirense bateu cruzado, e o goleiro pegou. No rebote, Jô, de cabeça, fez 2 a 0 para o Brasil.

Na etapa final, o Brasil pouco atacou, segurou o resultado e conseguiu o terceiro aos 47, em uma arrancada de Jô do meio-campo.

Maurren Maggi voa e garante a segunda medalha de ouro do Brasil por 1cm

Com vitória no salto em distância, brasileira se torna a primeira mulher do país a subir ao lugar mais alto do pódio em esportes individuais

GLOBOESPORTE.COM Pequim

Enquanto as adversárias estavam maquiadas, com cortes de cabelo ousados e piercings no umbigo, Maurren Maggi chegou para a final do salto em distância nesta sexta-feira de cara limpa, com um simples coque. Após cinco saltos e marca de 7,04m no Ninho do Pássaro, veio o enfeite que ela queria: a medalha de ouro.

Agência/EFE

Maurren Maggi é a primeira brasileira a subir ao lugar mais alto do pódio em esportes individuais

Com a conquista desta sexta, Maurren, de 32 anos, entra para a história ao se tornar a primeira brasileira a garantir uma medalha de ouro em esportes individuais. Cinco anos após viver o drama da suspensão por doping e chegar a abandonar a carreira, a saltadora finalmente sobe ao lugar mais alto do pódio, o que não acontecia com brasileiros do atletismo desde Los Angeles-1984, com Joaquim Cruz nos 800m rasos.

- É pela Sofia (sua filha) que eu estou aqui. Tenho certeza de que Deus fez um caminho diferente, mas para dar tudo certo. E a minha preciosidade está em casa para me acompanhar nisso - disse Maurren, em entrevista à TV Globo.

Logo em seguida, através da TV Globo, ela pôde falar ao vivo com Sofia.

- Oi, filha. Eu te amo muito. Mamãe está com saudade - disse emocionada e, logo depois, ouviu Sofia responder que também a ama "bastante".

A vitória da atleta nascida em São Carlos (SP) veio por um centímetro, diferença mínima no salto em distância. A prata ficou com a russa Tatyana Lebedeva, campeã olímpica de Atenas, que atingiu a marca de 7,03m. A nigeriana Blessing Okagbare garantiu a medalha de bronze com 6,91m. Já a portuguesa Naide Gomes, dona da melhor marca do ano (7,12m), e a ucraniana Lyudmila Blonska ficaram fora da final. Naide não foi bem nas eliminatórias, e Lyudmila foi pega no antidoping.

Brasileira entra em ação concentrada

Maurren Maggi chegou concentrada. Na apresentação, se limitou a dar um sorriso para as câmeras e um tchauzinho para o público presente no Ninho do Pássaro. Antes do primeiro salto, fez o sinal da cruz, pediu as palmas da torcida, deu um berro e voou: 7,04m, seu melhor salto na temporada. Porém, ainda a 22 centímetros do seu recorde sul-americano: 7,26m, conquistado no Campeonato Sul-Americano de 1999, em Bogotá. O ritual iria se repetir em todos os saltos. Mas, nas três tentativas seguintes, a vontade da brasileira de garantir logo o ouro era tanta que acabou queimando e anulando as boas marcas alcançadas.

A preocupação em não queimar mais fez com que Maurren saltasse bem longe da linha amarela que limita a validade ou não de uma tentativa. Mesmo assim, atingiu 6,76m. Antes do último salto, a brasileira ainda precisava torcer contra a russa Tatyana Lebedeva, a única que ainda podia ameaçar o seu objetivo.

A russa até chegou a assustar, atingindo 7,03m em sua última tentativa. Por um centímetro não conseguiu acabar com o sonho da brasileira, que dispensou o último salto e já foi comemorar a conquista.

a/Divulgação

Comparando os saltos da brasileira e da russa, o detalhe que fez a diferença na vitória de Maurren por 1cm

Enquanto Lebedeva tirava areia da perna e não escondia a decepção no banco, Maurren foi até a arquibancada e abraçou o técnico, Nélio Moura, que também foi ouro com Irving Saladino, do Panamá, no salto em distância masculino. Pegou uma bandeira do Brasil e, para homenagear o país-sede dos Jogos, levou também uma bandeirinha da China. Correu pelo Ninho do Pássaro, vibrou e chorou, até voltar ao ponto de onde tinha saído para abraçar o treinador de novo.

Keila Costa, que tentava beliscar um lugar no pódio, acabou parando na metade da prova, quando há o corte das quatro piores marcas. Como queimou as duas primeiras tentativas, a brasileira só teve um salto computado: 6,43m. Ela terminou a competição em 11º lugar entre as 12 classificadas para a final.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Aflitos, Náutico e Fluminense fazem uma nova batalha na casa do Timbu

Vitória nesta quarta pode tirar uma das equipes da zona do rebaixamento

Cuca Junior Cesar treino Fluminense

O jogo desta quarta-feira, às 22h, no Estádio dos Aflitos, não é nenhuma decisão de Série B. No entanto, a situação de Náutico e Fluminense na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro dá contornos dramáticos à partida, que tem tudo para se transformar em uma nova batalha realizada na casa do Timbu. Quem conseguir os três pontos pode abandonar a zona do rebaixamento, enquanto o perdedor se verá ainda mais afundado nela. A Rede Globo transmite o jogo para todo o Brasil, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real.

Desfalques e dúvidas no Timbu

No Alvirrubro de Pernambuco o momento é de muito trabalho e pouca conversa. Após a derrota por 3 a 0 para o Goiás, no Serra Dourada, no último domingo, o time voltou para a zona do rebaixamento, e o clima de descontração que havia se instalado no clube, após o retorno com vitória do técnico Roberto Fernandes, voltou a se transformar em tensão.

Com a necessidade de vencer jogando dentro de casa para sair novamente da degola, o técnico do Alvirrubro deve abandonar a tática utilizada na última rodada, quando entrou apenas com Felipe no ataque, e armar o time de maneira mais ofensiva diante do Fluminense. Com essa nova vaga em aberto no setor ofensivo, o veterano Kuki deve voltar a ser titular.

No entanto, problemas não faltam para o treinador do Timbu. Ele não poderá contar com os zagueiros Everaldo e Vagner, com o armador Geraldo, além do atacante Gilmar, todos entregues ao departamento médico. Outro desfalque certo para a partida contra o Fluminense é o meia Radamés. Como os direitos federativos do atleta pertencem ao clube carioca, há um acordo entre os clubes para que ele não atue na partida.

Arouca volta ao time do Flu

No treino desta terça-feira, na Ilha do Retiro, o técnico Cuca testou uma nova formação na equipe. O lateral Eduardo Ratinho, que não foi bem na sua estréia, contra o Atlético-MG, sequer viajou com o grupo para a capital pernambucana. O volante Arouca, recuperado de uma fratura na mão direita, deve fazer a função de ala, pela direita.

Na defesa, com Maurício suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Fabinho deverá ser o seu substituto, atuando como líbero, para liberar os avanços tanto de Arouca quanto de Junior Cesar. Cuca não quis confirmar a escalação, mas a tendência, pelo que fez no treinamento, é que a equipe atue num ousado 3-4-3. Neste caso, Romeu e Conca comporiam o meio ao lado dos alas e, no ataque, Washington jogaria ao lado de Tartá, pela esquerda, e Everton, pela direita, que deve ganhar a posição de Dodô

- O que a gente precisa é ter tranqüilidade para sair desta situação. Precisamos jogar com inteligência, explorando os contra-ataques para chegar a vitória - diz o atacante Washington.

Rivalidade entre brasucas e americanos pega fogo antes da briga pelo ouro

Márcio/Fábio Luiz e Rogers/Dalhausser trocam provocações em Pequim

André Amaral e Thiago Lavinas Direto de Pequim

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Brasucas estão confiantes em vitória na final

Márcio e Fábio Luiz surpreenderam nesta quarta-feira os atuais campeões olímpicos Ricardo e Emanuel e vão disputar a medalha de ouro em Pequim. Ao saber que os americanos Dalhausser e Rogers preferiam enfrentá-los na final, os brasileiros não perderam tempo e provocaram os rivais.


A decisão da medalha de ouro no vôlei de praia masculino será na próxima sexta-feira, à meia-noite (horário de Brasília). O GLOBOESPORTE.COM vai acompanhar em Tempo Real a partida. Márcio e Fábio Luiz levam vantagem no confronto direto contra os americanos Dalhausser e Rogers. Em sete jogos, foram cinco vitórias e duas derrotas. Mas os brasileiros perderam o último duelo, no mês passado.


- Já estou sabendo que eles preferiam jogar com a gente. Mas eu também preferia pegá-los na semifinal. Quem não quer deixar de jogar com o Ricardo e o Emanuel? Cada um diz o que quer e depois escuta o que não quer. Vamos ver qual é o hino que vai tocar na sexta-feira - disse Márcio, que acredita já ter passado pelo obstáculo mais complicado nessas Olimpíadas.


- Nós respeitamos os americanos, mas acreditamos que o mais difícil foi derrotar o Ricardo e o Emanuel. Estamos muito felizes por representar o Brasil na final e esperamos trazer a medalha de ouro. Será um bom jogo. Eles (os americanos) são como o Pólo Norte e não se abalam com nada.

OS DUELOS ENTRE MÁRCIO/FÁBIO LUIZ x DALHAUSSER/ROGERS

05/07/2008 - Dalhausser/Roger 2 x 0 Márcio/Fábio Luiz (21/18 e 21/15) - Etapa de Moscou

15/07/2007 - Márcio/Fábio Luiz 2 x 1 Dalhausser/Roger (21/15, 19/21 e 15/13) - Etapa de Berlim

30/06/2007 - Márcio/Fábio Luiz 2 x 1 Dalhausser/Roger (14/21, 21/19 e 15/12) - Etapa de Stavanger

27/10/2006 - Dalhausser/Roger 2 x 0 Márcio/Fábio Luiz (22/21 e 25/23) - Torneio do México

29/09/2006 - Márcio/Fábio Luiz 2 x 1 Dalhausser/Roger (21/17, 19/21 e 15/8) - Torneio de Vitória

04/08/2006 - Márcio/Fábio Luiz 2 x 0 Dalhausser/Roger (21/15 e 21/18) - Etapa da Austria

28/07/2006 - Márcio/Fábio Luiz 2 x 0 Dalhausser/Roger (21/18 e 21/11) - Etapa da Paris

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