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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

City faz proposta de R$ 306 milhões por Kaká

Milan já tem oferta em mãos e estuda a negociação do craque

Transferência de Kaká poderia acontecer a qualquer momento

Transferência de Kaká poderia acontecer a qualquer momento (Crédito: EFE)

LANCEPRESS!

O Manchester City parte com tudo para a contratação de Kaká. Segundo informações da BBC, uma delegação do clube inglês se reuniu com dirigentes do Milan e fez uma oferta na casa dos 100 milhões de euros (cerca de R$ 306 milhões) pelo brasileiro.

A astronômica oferta teria balançado o rubro-negro italiano, representado pelo vice-presidente Adriano Galliani e pelo ditretor-executivo Ernesto Bronzetti. Na Inglaterra, o Melhor Jogador do Mundo em 2007 teria salários anuais de 15 milhões de euros (cerca de R$ 46 milhões).

Uma reportagem no site da Mediaset, rede de TV do dono do Milan, Silvio Berlusconi, dá a entender que o City deseja contar com o brasileiro de qualquer forma.

"Desta vez, o City esteve aqui com uma delegação oficial. Eles mostraram que querem Kaká a todo custo e mostraram suas cartas. Garry Cook (diretor), dois representantes do xeque Sheik Mansour (dono do clube inglês) e Kia Joorabchian, que está agindo como mediador, se encontraram com Galliani e Bronzetti e fizeram uma proposta", afirmou o portal.

Apesar de os ingleses não confirmarem a oferta de forma oficial, um porta-voz do clube deu a entender que o interesse pelo craque brazuca é muito sério.

A transferência mais cara de todos os tempos segue sendo a de Zidane, quando trocou a Juventus pelo Real Madrid em 2001. Na ocasião, os merengues desembolsaram 65 milhões de euros (cerca de R$ 198 milhões).

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Dados da Pesquisa do site do Lancenet.com, revelam na opnião do internauta, quem melhor contratou neste início de temporada.

Qual clube fez as melhores contratações nesta virada de ano?

Atlético-MG 619 votos - 1,06%
Botafogo 995 votos - 1,7%
Corinthians 17001 votos - 29,11%
Cruzeiro 6511 votos - 11,15%
Flamengo 1297 votos - 2,22%
Fluminense 5869 votos - 10,05%
Grêmio 1459 votos - 2,5%
Internacional 761 votos - 1,3%
Palmeiras 3293 votos - 5,64%
Santos 2284 votos - 3,91%
São Paulo 16753 votos - 28,69%
Vasco 1556 votos - 2,66%
Total:
58398 votos

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Futebol árabe mira Brasileirão e vira pesadelo para os torcedores

Sucesso dos treinadores brasileiros e transmissão do Nacional na TV árabe fazem crescer interesse dos clubes do Oriente Médio

Bernardo Ferreira Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

Araújo (ex-Cruzeiro) foi o artilheiro do último Campeonato do Qatar, pelo Al Gharrafa

Ele levou o treinador do Inter, fez o principal jogador do Grêmio ser odiado pelos dirigentes após deixar o clube e quase tirou o técnico do líder Flamengo. O futebol árabe, que assim como a Europa está agora no intervalo entre temporadas, promete causar estragos ao Campeonato Brasileiro.

A lista de jogadores que estiveram ou estão na mira é grande: Marcinho, Leandro Amaral, Alex, Guiñazu, Carlinhos Paraíba... O mercado árabe vai se transformando num destino potencial para brasileiros, como antes já foram o Oriente (Japão/Coréia do Sul) e o Leste Europeu.

Até então, a quase totalidade dos brasileiros no futebol árabe era formada por jogadores pouco conhecidos por aqui. O meia Felipe e o atacante Araújo, que foram para lá nos últimos anos, são exceções. Mas em breve devem ganhar companhia, como indicam as contratações do ex-colorado Fernandão e do ex-gremista Roger.

Uma das causas é a invasão de treinadores brasileiros no chamado mundo árabe - que na verdade se resume a Qatar, Emirados Árabes e, em menor escala, Arábia Saudita. Estão por lá Marcos Paquetá (Al Gharrafa-QAT), Paulo Autuori (Al Rayyan-QAT), Zé Mário (Al Arabi-QAT), Toninho Cerezo (Al Shabab-EAU) e, agora, Abel Braga (Al Jazira-EAU) e Emerson Leão (Al Sadd-QAT).

Esse grupo, que quase foi reforçado por Caio Júnior, anda com prestígio. Na última temporada, os títulos do Qatar e dos Emirados Árabes ficaram com brasileiros: Paquetá e Cerezo, respectivamente.

- Apostaram por muito tempo em treinadores europeus, e não deu certo. Agora, já existem até empresários árabes que falam português, para facilitar o contato - explica Paquetá.

As diferenças entre os principais mercados do futebol árabe

QATAR

por Marcos Paquetá

EMIRADOS ÁRABES

por Alexandre Gama

ARÁBIA SAUDITA

por Rodrigão

NÍVEL TÉCNICO "O futebol é semiprofissional. O brasileiro precisa ter paciência com os outros jogadores, sabendo que vai auxiliar o treinador" "O nível técnico não é bom, mas a gente vai para lá sabendo disso" "É forte, semelhante ao Campeonato Português. O meu time tinha seis jogadores que disputaram uma Copa"
SALÁRIOS "Se o cara ganha R$ 100 mil no Brasil, vai receber facilmente o triplo nos dois países. Se chorar, ainda ganha mais. No Qatar, paga-se um pouco melhor. Mas tudo depende da vontade deles. Se quiserem um reforço, não vão medir esforços", diz Alexandre Gama "O salário pode ser o dobro do que se ganha no Brasil ou mais. É bom financeiramente, mas é difícil receber..."
MÉDIA DE PÚBLICO "A torcida é pequena, menos de mil pessoas, a não ser em grandes jogos. A final da Copa do Rei teve 60 mil pessoas" "Os jogos têm três mil pessoas. Nos clássicos, lotam os estádios, geralmente com capacidade para 20 mil pessoas" "Nos jogos do Al Hilal, havia umas 30 mil pessoas por partidas"
COMPORTAMENTO DA TORCIDA "Não há muita cobrança. O técnico não vai cair por causa de um resultado ruim" "A abordagem a estrangeiros é quase nenhuma. Existe um pouco para os árabes da seleção, mas nada que se compare ao Brasil" "O torcedor é tão fanático quanto o brasileiro. As mulheres, que não se aproximam do jogador, tiram fotos escondidas"
BARREIRAS CULTURAIS "O jogador brasileiro leva uma vida normal, ou quase. As maiores dificuldades são o idioma e a falta de glamour do futebol local" "Um brasileiro se sente em casa. A mulher pode andar normalmente nas ruas, e há bares para estrangeiros onde se pode beber chope" "É um país fechado. As mulheres só andam de burka nas ruas, e não são permitidas bebidas alcoólicas"

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Procurador-geral do STJD: 'Estádio dos Aflitos faz jus ao nome'

Paulo Schmitt diz que truculência na retirada de Andre Luis do estádio pode render punição ao Náutico

Joana Tiso Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, disse que vai assistir ao tape da partida Náutico 3 x 0 Botafogo, nos Aflitos, já nesta segunda-feira. A expulsão do zagueiro André Luis provocou uma confusão generalizada entre jogadores alvinegros e policiais. Andre acabou levado à delegacia por desacato, gestos obscenos e por atirar uma garrafa que caiu na torcida alvirrubra. Ele saiu do estádio pelo meio dos torcedores do Timbu.
- Vamos analisar amanhã (segunda) não apenas a infração do atleta, mas um possível abuso de autoridade, uma truculência e um excesso na hora de tirar o jogador do estádio. O Estádio dos Aflitos faz jus ao nome. Muitas vezes, excesso de segurança significa insegurança - diz Schmitt.

Segundo o procurador, o STJD vai avaliar se a conduta do Náutico se enquadra nos artigos 211 (“deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização”), com pena de multa e interdição do local, e 213 (“deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto”), com risco de multa e perda de mando de campo, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

Entenda o caso


Aos 37 minutos do primeiro tempo, Andre Luis cometeu falta por trás em Ruy. O zagueiro, que já havia levado um cartão amarelo por reclamação, foi expulso. Ao deixar o campo, se dirigiu à torcida do Náutico com gestos obscenos, chutou uma garrafa em direção à arquibancada, atingido alguns torcedores, e se dirigiu ao banco de reservas, o que não é permitido. A polícia tentou retirá-lo de campo. Nesse momento, Andre Luis reagiu e teria ofendido moralmente uma policial, recebendo voz de prisão.

A confusão foi generalizada. Vários policiais tentaram imobilizar Andre Luis, que se desvencilhou e tentou deixar o campo pela porta do vestiário, que se localizava atrás de um dos gols, mas estava trancada. Os demais jogadores do Botafogo tentaram proteger o zagueiro, e sofreram com a truculência dos policiais, que chegaram a jogar spray de pimenta. Andre Luis foi levado ao Juizado do Torcedor, no Estádio dos Aflitos, mas precisou passar pelo meio da torcida. O presidente alvinegro, Bebeto de Freitas, tentou intervir, mas foi empurrado pelas autoridades e também foi levado. A partida ficou paralisada por 11 minutos.

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