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terça-feira, 3 de junho de 2008

ONDE ESTÁ A ÁGUA? - CORPO DE BOMBEIROS COBRA RESPONSABILIDADE DA CEDAE

O Comando do Corpo de Bombeiros enviou novo expediente à direção da Cedae, cobrando providências da estatal para a falta de hidrantes em Duque de Caxias, situação que agrava as conseqüências e os prejuízos em casos de incêndio, como ocorreu na semana passada, num centro comercial no calçadão da Rua José de Alvarenga. Até a piscina de um prédio de apartamentos, ao lado da Delegacia da Mulher, foi requisitado pelo Corpo de bombeiros para ajudar no combate às chamas, pois o hidrante mais próximo ficava a mais de 100 metros do sinistro. Essa providência já fora cobrada pelos Bombeiros, há cerca de dois anos, depois de um incêndio que destruiu uma outra grande loja do calçadão da Rua José de Alvarenga, onde funcionava a filial de uma grande loja de utilidades domésticas. Da mesma forma que a Cedae não consegue abastecer os consumidores, obrigados a comprarem carros pipas, abastecidos graciosamente pela empresa, ela demonstra falta de comando, pois a sua administração é partilhada entre os deputados que compõe a folgada maioria governista na ALEJR. Na Cedae, nada se faz sem consultar “as bases” e, por isso, até hoje os moradores de Imbariê usam água de poço, pois as a rede instalada nos anos 80, Governo Moreira Franco, para levar água da Adutora do Guandu para o reservatório da Taquara, no Terceiro Distrito de Duque de Caxias, revelaram-se um desastre: as bombas instaladas no bairro Capivari não têm força para elevar a água a 50 metros de altitude, no alto de um morro no bairro da Taquara. Essa constatação foi feita pela própria Cedae em 1996, ao apurar uma denúncia do jornal “Folha da Cidade”, um dos mais antigos da Baixada Fluminense, com mais de Meio Século de circulação.


Unigranrio faz avaliação nutricional no Parque da Taquara

Postado por: Márcio Barroso
Parceiro: Acesse B-208

Fonte: unigranrio.com.br



Crianças comparecem ao Parque e mostram carteira com tipo sangüíneo

Veja outras fotos desta matéria

Alunos e professores da Unigranrio, dos cursos de Nutrição e de Ciências Biológicas, ajudam a nivelar um dos mais recentes sonhos de Dom Mauro Morelli, promotor de nutrição da FAO/ONU, no cenário ecológico do Parque Nacional da Taquara, região de Santa Cruz da Serra. Depois de meses de reunião, o Centro de Referência em Segurança Alimentar Sustentável (Cresans) Martin Luther King sai do papel, literalmente, para ações de avaliação nutricional de crianças que vivem no entorno desse Parque.
Mirna Alves coordena avaliação nutricional — O Instituto Harpia Harpyia, presidido por Dom Mauro, parceiro desse projeto, também recebe apoio da prefeitura de Duque de Caxias. Nossos alunos de Nutrição, comandados por Mirna Alves, coordenadora desse curso, promoveram verificação de peso e altura, além de ensinamentos sobre alimentação saudável de alunos da rede municipal de ensino. Mirna adianta que "é importante avaliar o impacto das refeições servidas no dia-a-dia, além de ajudar na prevenção e recuperação de casos de obesidade e desnutrição".
Divididas em dois turnos, os estudantes passaram por uma bateria de testes, mas pode-se verificar que o processo começa dentro de algumas escolas, a exemplo do que vimos, durante o almoço servido numa dessas unidades, em Santa Cruz. Lá, nutricionistas cuidam do preparo de uma dieta equilibrada.
Coordenadora de Nutrição da prefeitura de Duque de Caxias elogia trabalho da Unigranrio — Nos próximos meses, milhares de estudantes serão entrevistados pela equipe da Unigranrio, e a pesquisa ainda ouvirá merendeiras, professores e diretores de escolas dessa região, como afirma a coordenadora de Nutrição do município de Duque de Caxias, Valéria Basílio Terra: " Contar com a experiência profissional e acadêmica da Unigranrio amplia nossas pesquisas e qualifica nossas ações em prol de nossos estudantes".
Durante as avaliações vimos alunos de Nutrição em pleno exercício de perguntas e anotações. Eles estavam atentos para saber se as crianças estão dentro dos cardápios equilibrados em proteínas, vitaminas, sais minerais, lipídios, assim como o estado nutricional desses jovens.
Ciências Biológicas atua no projeto de avaliação nutricional — Os acadêmicos de Ciências Biológicas fizeram o trabalho complementar, verificando a tipagem sangüínea dos alunos. Com esse trabalho integrado, nossos acadêmicos farão estudos que possam oferecer melhor qualidade de vida. Carlos Henrique de Freitas Burity, diretor do Instituto de Biociências e coordenador-geral do curso de Ciências Biológicas, adianta que "as doenças degenerativas são atualmente as maiores causas de mortes no mundo, ligadas ao sedentarismo e à alimentação irregular".
Diretora do Parque da Taquara ressalta qualidade do trabalho — Já a diretora desse Parque, Vera Lúcia Rocha, enaltece o trabalho dos universitários da Unigranrio: "Não poderíamos cumprir nossos objetivos, aqui no Parque da Taquara, sem a competência de professores e a valiosa mão de obra dos acadêmicos da Unigranrio. Há necessidade dessa ajuda universitária, das escolas envolvidas nessa campanha, o que nos leva a prevenção de doenças".

Morre Carlinhos Perone

terça-feira, 8 de abril de 2008


Nota Oficial.

É com enorme tristeza e desconsolo, que informamos a morte do Carlinhos Perone (Carlinhos Careca). Veio a falescer no dia 07 de abril de 2008 às 22:00.
Seu corpo está sendo velado no Cemitério da Taquara em Duque de Caxias e, será enterrado no Cemitério de Raiz da Serra - Magé.

++ A Associação dos Tricolores da Taquara, informa que em caráter emergêncial, está de luto pelo fato acontecido com nosso ilustre Sócio fundador.

Taquqra - Duque de Caxias - Rj

Postado por: Márcio Barroso
Aqui pelo mapa do Google, você pode conhecer onde fica localizado o primeiro Bairro de Duque de Caxias - Rj.


Exibir mapa ampliado

Extravio de Cabos telefônicos na Taquara

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Comunidade amiga!

Estamos passando por momentos complicados em nosso bairro. Existe um indício de que os cabos da "OI" estão sendo extraviados frequentemente, com isso muitos moradores estão sem telefone na sua residência e até mesmo sem acesso à internet, isolando nossa comunidade do mundo.
Não sabemos ao certo de quem é a culpa, se é de pessoas mal intencionadas ou se é da Oi. O que não podemos admitir é pagarmos nossas contas em dia e, não podermos usufruir dos serviços de telefonia.
A última satisfação que fora dada aos moradores que entraram em contato com a operadora local foi que havia acontecido um furto dos cabos na rede que vem de Santa Lúcia, inabilitando boa parte das linhas telefonicas da Taquara.
A Taquara é constituída de moradores dignos e honestos, não nos cabe a culpa por tal acontecimento. Esta Associação, propõe que não fiquemos de braços cruzados. Entre em contato conosco, deixando um recado no mural ao lado e, de preferência, faça um comentário sobre esta matéria logo abaixo.

Associação dos Tricolores da Taquara, trabalhando por uma Taquara digna e justa.

Museu da Taquara

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008


Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do município e do Exército, nasceu na Fazenda São Paulo, hoje Taquara, 3º distrito. O local foi ocupado no início do século passado e as terras pertenciam ao coronel Luiz Alves de Freitas Belo, avô materno do futuro Duque de Caxias. Construída no alto do morro, para evitar as constantes enchentes, a sede da fazenda dava frente para o caminho da Taquara. Este local fazia a ligação de duas importantes vilas portuárias: Pilar e Estrela. Edificada em um só pavimento, o casarão branco tinha uma ampla varanda com janelas azuis. Na paisagem grandiosa, uma capela se destacava. A sua imponência podia ser contemplada à distância, uma vez que a construção foi feita em um chapadão. A palmeira imperial, devidamente alinhada, dava o toque de requinte ao estilo da época.

Muitos cavaleiros transitavam pelo local, assim como tropas de burros carregados, que faziam o trajeto rumo à sede da província ou para o interior do país. Brasileiros e estrangeiros eram acolhidos na fazenda para descansar da desgastante viagem. Na Fazenda São Paulo, bem como nas demais, cultivava-se milho, cana-de-açúcar, mandioca, feijão, frutas, legumes e café. A caça também era uma atividade regular na região. Pacas e capivaras enriqueciam as refeições. Administrado pela Secretaria de Cultura desde 1994, o antigo casarão virou Museu Municipal da Taquara. O espaço guarda pouco da memória de Luiz Alves de Lima e Silva. Peças de valor perderam-se ao longo dos anos. Hoje, a população encontra apenas fragmentos de uma história, como retratos do Duque de Caxias, foto da Capela e da Fazenda São Bento, além de uma poltrona e um busto do militar. Com a finalidade de atrair a população, a Secretaria de Cultura promove varias atividades para o grupo da terceira idade e para jovens no museu. São realizados exercícios físicos ao ar livre, cursos de teatro e capoeira, integrando as duas gerações.

O Museu Municipal da Taquara funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h,na Avenida Automóvel Clube, KM54, bairro Taquara.
Fonte:Camâra Municipal de Duque de Caxias

Unigranrio inaugura estufa de bromélias no Parque da Taquara em Duque de Caxias

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Unigranrio inaugura estufa de bromélias no Parque da Taquara em Duque de Caxias

Na quinta passada, dia 13 de dezembro, às 10h, a Unigranrio, em parceria com o Parque Natural Municipal da Taquara, inaugurou o Bromeliário Margaret Mee, no Parque que fica em Taquara, no município de Duque de Caxias. A nova estuva será aberta ao público, mas servirá de local de estudo para alunos da universidade e pesquisadores. O local receberá visitação de segunda a sexta, das 9h ás 17h, mas é preciso agendar as visitas pelo telefone do Parque: 2787.3696.
O bromeliário possui mais de 20 espécies nativas, que abrigam uma fauna rica em insetos, anfíbios anuros, répteis, mamíferos e aves.
- As bromélias também são uma fonte rica de informações na área farmacológica. Após a visita ao bromeliário, os interessados poderão localizar as bromélias no Parque Natural da Taquara - , afirma Leandro Duarte, biólogo do Instituto de Biociências da Unigranrio.

As belezas da Baixada Fluminense

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

As belezas da Baixada Fluminense
A Baixada Fluminense tem mais de 30 igrejas e capelas do período colonial e da época do Império. São construções que ajudam a contar a história da região.
Na tranqüilidade secular parece que o tempo parou. Mas a fachada desgastada da Igreja do Senhor do Bonfim mostra que as mudanças continuam acontecendo na cidade de Magé, uma das mais antigas do estado, com quase 500 anos, e que tem o maior número de igrejas históricas da Baixada.
O historiador Gênesis Pereira Torres explica que o auge do desenvolvimento econômico da região, no século 18, devido à exploração de ouro em Minas Gerais, trouxe gente, recursos e igrejas. “A igreja é o reflexo da riqueza. Por isso as comunidades se fixavam no entorno das igrejas. Então, a igreja não era só um centro religioso, mas também um centro social.”, explica o historiador.
A Igreja de Nossa Senhora da Piedade nasceu em um morro como uma capela, às margens da Baía de Guanabara. A atual construção, no Centro de Magé, tem 255 anos. “Essa igreja tem uma importância muito grande porque fica exatamente onde estava concentrada a maior parte da produção agrícola da região. A importância dela é que vai dar condição para o desenvolvimento, durante o século 18 de uma comunidade religiosa que preservou e construiu uma igreja com grande riqueza de imagens e arquitetura”, ressalta Torres.
Para o historiador, a Igreja de Magé é o melhor exemplo do estilo barroco na Baixada Fluminense. Um estilo de obras rebuscadas e com muitos detalhes. “Não chega a ser aquele barroco clássico do rococó mineiro, cheio de detalhes, onde se investia a religiosidade e os recursos financeiros que Minas Gerais oferecia graças ao ouro. Mas A Igreja de Magé foi construída na mesma época, no período áureo do ouro, e alguma riqueza também ficou nela”, conta Torres.
Nas paredes da Igreja de Magé, as pinturas originais estão bem conservadas. A igreja foi tombada pelo Instituo do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) há oito anos. É uma relíquia da época colonial visitada por moradores e por turistas. A Igreja de Magé também fez parte do cenário de um outro acontecimento histórico que ficou conhecido como “Horrores de Magé”. No Largo da Matriz foram travadas lutas da Revolta da Armada contra o exército do Marechal Floriano. Centenas de pessoas morreram.
Magé tem outras histórias. Há 440 anos um milagre transformou um local, a dez minutos do Centro, no Poço Bento do padre José de Anchieta. “Era uma época de seca. O poço é, exatamente, o local onde o padre jesuíta José de Anchieta chegou e, com o seu cajado, tocou no solo e a água apareceu. Não teve a necessidade de furar um poço. Ele é considerado um poço milagroso. Existem peregrinos que freqüentam o poço e fazem o seu pedido e levam a água para casa”, conta uma moradora da cidade.
Para os moradores que vivem em áreas sem saneamento, a água é uma benção. “Para usar em casa, a água do poço é ótima. Para lavar roupa, para beber. A água para usar e essa mesmo. É a única que tem”, conta Manoel Pereira da Silva, que mora na região há 30 anos. Apesar das carências, Manoel gosta da região e valoriza a cultura e história da sua terra. “É um lugar muito gostoso de se morar. É uma área turística, histórica, uma atração de Magé”, conclui Manoel.
A luta para preservar a Igreja do Pilar
Ao redor da Igreja Nossa Senhora do Pilar, a vida flui e Duque de Caxias cresce. A construção de 1720 marca a paisagem e a trajetória da região. A igreja é o símbolo de um momento áureo da Freguesia do Pilar, local estratégico para Portugal no século 18. E a comunidade conhece bem essa história.
“As riquezas que vinham das regiões de Minas Gerais eram conduzidas por animais até em frente a nossa igreja. Existia o porto do Rio Pilar, onde pequenas embarcações conduziam os materiais até a Baía de Guanabara”, conta o líder comunitário Edmilson Bastos.
O ouro do comércio respingou nos altares talhados em madeira. São obras de arte do barroco brasileiro que encantaram visitantes ilustres. História contada por outro antigo morador. “O Duque de Caxias passou pela igreja, assim como Dom Pedro II e Dona Domitila”, conta Antonio Câmara dos Santos, morador de Caxias. Antonio tem 60 anos e nasceu na Baixada Fluminense. Brincou e correu em frente à Igreja do Pilar.
A Igreja do Pilar ficou nove anos fechada por problemas estruturais. Durante os últimos dois anos, foram feitas obras de restauração do telhado, da fachada e das paredes internas e externas, que permitiram a reabertura parcial da igreja.
Mas o tempo que a igreja passou fechada agravou os problemas de infiltração, que danificaram ainda mais os altares laterais e o altar-mor. Um deles caiu totalmente. As imagens que estavam neles foram roubadas.
“Cada altar era dedicado a uma imagem. A gente tinha os altares de Sant´Anna, de São Miguel, da Imaculada da Conceição e da Nossa Senhora do Rosário, que dedicada aos negros. Tinha também o altar-mor, onde ficava a imagem de Nossa Senhora do Pilar”, conta o seminarista Vanildo Cregi.
Mesmo quando estava fechada, a igreja continuou sendo o ponto de encontro de fiéis de todo o estado do Rio, que celebram Nossa Senhora em 12 de outubro. Em 2005, cerca de 7 mil pessoas se reuniram no local. A Igreja de Nossa Senhora do Pilar foi tombada pelo Iphan em 1938.
E, hoje, a igreja recebe maiores cuidados para evitar outras deteriorações. “Saber que eu estou zelando por um patrimônio histórico de quase 400 anos, ter essa responsabilidade, é muito bom. Quero estudar História. Quero me aprofundar na história da Baixada Fluminense. Não só da Baixada como do Brasil também”, conta Diogo do Amor Divino, zelador da igreja.
Uma lição de ecologia na Mata Atlântica
A Baixada Fluminense tem quase 70 mil hectares de Mata Atlântica preservada. É um ambiente para a vida de milhares de espécies animais e vegetais. É uma área que corresponde quase a duas vezes a do município Magé. As cachoeiras são atrações. Existem, na Baixada Fluminense, pelo menos 20 quedas d´água, em municípios como Guapimirim, Nova Iguaçu, Mesquita, Queimados, Japeri e Duque de Caxias, onde fica o Parque Municipal da Taquara.
“O Rio Taquara nasce no Pico dos Macacos e vai margeando todo o nosso parque. Temos piscinas naturais com água totalmente cristalina, sem nenhuma poluição. É uma água bem limpa que você pode tomar banho à vontade”, ressalta o biólogo Nelson Barroso Conceição.
“Temos que preservar essa natureza. Todo dia de manhã eu vejo os micos, os passarinhos. É muito bonito: os micos ficam pulando. É ótimo morar perto desse parque”, conta Charles, morador de Caxias. A comunidade aproveita. No verão, cerca de 5 mil pessoas visitam as cachoeiras do parque nos fins-de-semana. “É um impacto ambiental bastante forte. Por isso existe a necessidade de educação ambiental dentro do parque. Nosso enfoque é trabalhar com as crianças sobre essa necessidade de cuidar do meio ambiente”, explica Vera Lúcia Rocha, diretora do Parque Municipal da Taquara.
Diversão e educação ambiental. As crianças das escolas da região percorrem trilhas do parque. Antes de entrar na mata, meninos e meninas recebem um saquinho para recolher o lixo, e aprendem rapidamente a lição.
“A gente está limpando aqui para os animais e para a gente mesmo”, diz a pequena Josiane Pessoa. “Eu amei fazer o passeio pelo parque. Eu nunca tinha entrado em uma floresta e nunca tinha visto um rio. Foi a primeira vez. E eu amei”, conta a aluna Carla Santos.
“O parque é um espaço de contemplação e é uma unidade de conservação permanente. Então, nós temos que manter essa preservação. Quanto mais você observa essa natureza intacta, mais vezes terá vontade de voltar. Não é sempre que você vê uma natureza tão perfeita assim. E saber informações sobre a natureza ajuda na preservação. Quanto mais você conhece a natureza, mais você vai preservar, mais você vai se encantar por ela”, conclui o biólogo Nelson Barroso.

Parque Taquara


O Parque da Taquara fica a 30 quilômetros do centro de Duque de Caxias

A água cristalina da cachoeira Véu da Noiva, uma das mais conhecidas da Baixada Fluminense, atrai moradores. A queda d’água fica no Parque da Taquara, a 30 quilômetros do centro de Duque de Caxias.
É uma área de quase 200 mil metros quadrados, com espécies de Mata Atlântica. Às vésperas do ano novo, é para o lugar que muitas famílias decidem ir. Cerca de três mil pessoas freqüentam por dia o lugar.
O motorista Paulo Bassan e os três filhos estão de férias. Escolheram o Parque da Taquara pela tranqüilidade e beleza. “Esse lugar me transmite paz. Evita o estresse da cidade”, explica ele.
Na Baixada, existem pelo menos 20 quedas d’água espalhadas por vários municípios como Guapimirim, Magé, Nova Iguaçu, Mesquita, Queimados, Japeri e Duque de Caxias.
Nesta época do ano, muitas pessoas procuram as cachoeiras da região não só para o lazer. Elas aproveitam a natureza para homenagear os orixás.
São rituais como os dos seguidores de Oxum, que levam as oferendas à rarinha das águas doces. É uma demonstração de fé. A um dia da virada do ano, os pedidos são especiais. “Que esse ano seja melhor e que haja saúde, porque com saúde a gente corre atrás”, deseja uma devota.
A esperança é de um ano cheio de conquistas. “O ano será de muita luz, muita força, muita alegria e, esperamos, de muita paz”, observa o pai-de-santo Dilson Espírito Santo.

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