Notícias do Fluminense
quinta-feira, 17 de julho de 2008
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Palmeiras deita e rola em campo no segundo tempo e bate o Flu
Com dois gols de cabeça de Kléber e um do estreante Maicosuel, Verdão mantém Tricolor na rabeira
Com uma atuação de gala no segundo tempo, quando acuou o adversário na defesa, fez dois gols, mandou bola no travessão e fez a torcida gritar olé em campo, o Palmeiras derrotou o Fluminense por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Palestra Itália, pelo Campeonato Brasileiro. O melhor de tudo é que com a vitória do São Paulo por 3 a 1 diante do Vitória, em Salvador, o Verdão roubou da equipe baiana a quarta colocação e finalmente voltou ao G-4, com 21 pontos.
O baixinho Kléber fez dois gols de cabeça, enquanto o estreante Maicosuel completou o placar para o Palmeiras. Já o Fluminense, que continua com nove pontos, ocupando a 18ª colocação, e na zona do rebaixamento, descontou com Washington.
Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta o Goiás, domingo, às 16h, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Já o Fluminense volta a campo no sábado, às 18h10m, no Maracanã, quando terá pela frente o Figueirense.
Gols de cabeça no primeiro tempo
O Fluminense começou o jogo animado. Logo no primeiro minuto, Dodô fez bela jogada, deixou Jeci no chão, e chutou forte. Marcos fez ótima defesa. O Palmeiras respondeu com Valdivia, que chutou de fora da área. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Enquanto o Tricolor das Laranjeiras priorizou a velocidade, o Verdão explorou as jogadas pelas laterais, trocando passes pelo meio com Diego Souza, Valdivia e Denílson, e deixando Kléber isolado entre os zagueiros.
Sem conseguir entrar na área do Flu, o Verdão passou a arriscar chutes de fora da área. Foi assim que Valdivia, aos 11 minutos, bateu forte na bola e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Em ótimo lançamento de Elder Granja, Kléber invadiu a área e bateu cruzado. Fernando Henrique levou um susto.
Com Elder Granja atuando feito um terceiro zagueiro, e Sandro Silva protegendo o sistema defensivo, o Palmeiras conseguiu conter a criatividade do quarteto Conca, Thiago Neves, Washington e Dodô. Mas o Fluminense também teve o mérito de anular Valdivia, Diego Souza, Denílson e Kléber. A maioria dos chutes acabou acontecendo somente de fora da área.
O Palmeiras, com maior volume de jogo, abriu o placar aos 33 minutos em jogada pelo alto. Denílson acertou cruzamento preciso para Kléber, entre os zagueiros, tocar de cabeça para o fundo da rede. Mas o Flu chegou ao empate rapidamente, aos 35, após cobrança de falta de Thiago Neves, em que Washington aproveitou o vacilo da zaga e, de cabeça, deixou tudo igual.
Verdão manda no segundo tempo
O Palmeiras voltou com tudo na etapa final e novamente pelo alto chegou ao segundo gol em falha de Fernando Henrique. Logo aos três minutos, Leandro cruzou, o goleiro do Fluminense saiu em falso e o baixinho Kléber, outra vez de cabeça, levou a melhor entre os zagueiros para fazer 2 a 1.
Assustado, o Fluminense se encolheu. E Kléber, em bela jogada individual, quase marcou o terceiro. Ele arriscou chute da entrada da área, a bola desviou na zaga e bateu na rede pelo lado de fora. Depois, aos nove, Leandro tentou cruzar, a bola pegou efeito, e Fernando Henrique a mandou para escanteio e impediu um gol espírita.
Melhor em campo, o Verdão perdeu outra chance de ampliar o placar. Aos 17, Leandro lançou Diego Souza, que invadiu a área e na saída de Fernando Henrique tocou a bola para fora. A pressão alviverde não terminou. Aos 19, após boa jogada de Denílson, Valdivia mandou a bola no travessão. Aos 22, Diego Souza perdeu um gol incrível. Ele foi lançado, invadiu a área livre de marcação, e chutou fraco, em cima de Fernando Henrique.
Luxemburgo percebeu que o time cansou de tanto atacar e perder gols. E, aos 28, promoveu a estréia de Maicosuel na vaga de Denílson. Aos 30, Diego Souza, de fora da área, exigiu bela defesa de Fernando Henrique. E com apenas quatro minutos em campo, mais precisamente aos 32, Maicosul, após cruzamento de Leandro, mandou a bola para o fundo da rede.
Palmeiras continuou deitando e rolando em campo na etapa final. Aos 35, após ótima jogada, Diego Souza chutou da entrada da área e Fernando Henrique, com os pés, evitou o quarto gol. Apagado e sem esboçar reação, o Fluminense virou presa fácil e perdeu de pouco.
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
Futebol árabe mira Brasileirão e vira pesadelo para os torcedores
Sucesso dos treinadores brasileiros e transmissão do Nacional na TV árabe fazem crescer interesse dos clubes do Oriente Médio
Bernardo Ferreira Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Araújo (ex-Cruzeiro) foi o artilheiro do último Campeonato do Qatar, pelo Al Gharrafa
Ele levou o treinador do Inter, fez o principal jogador do Grêmio ser odiado pelos dirigentes após deixar o clube e quase tirou o técnico do líder Flamengo. O futebol árabe, que assim como a Europa está agora no intervalo entre temporadas, promete causar estragos ao Campeonato Brasileiro.
A lista de jogadores que estiveram ou estão na mira é grande: Marcinho, Leandro Amaral, Alex, Guiñazu, Carlinhos Paraíba... O mercado árabe vai se transformando num destino potencial para brasileiros, como antes já foram o Oriente (Japão/Coréia do Sul) e o Leste Europeu.
Até então, a quase totalidade dos brasileiros no futebol árabe era formada por jogadores pouco conhecidos por aqui. O meia Felipe e o atacante Araújo, que foram para lá nos últimos anos, são exceções. Mas em breve devem ganhar companhia, como indicam as contratações do ex-colorado Fernandão e do ex-gremista Roger.
Uma das causas é a invasão de treinadores brasileiros no chamado mundo árabe - que na verdade se resume a Qatar, Emirados Árabes e, em menor escala, Arábia Saudita. Estão por lá Marcos Paquetá (Al Gharrafa-QAT), Paulo Autuori (Al Rayyan-QAT), Zé Mário (Al Arabi-QAT), Toninho Cerezo (Al Shabab-EAU) e, agora, Abel Braga (Al Jazira-EAU) e Emerson Leão (Al Sadd-QAT).
Esse grupo, que quase foi reforçado por Caio Júnior, anda com prestígio. Na última temporada, os títulos do Qatar e dos Emirados Árabes ficaram com brasileiros: Paquetá e Cerezo, respectivamente.
- Apostaram por muito tempo em treinadores europeus, e não deu certo. Agora, já existem até empresários árabes que falam português, para facilitar o contato - explica Paquetá.
As diferenças entre os principais mercados do futebol árabe
| QATAR por Marcos Paquetá | EMIRADOS ÁRABES por Alexandre Gama | ARÁBIA SAUDITA por Rodrigão | ||
| NÍVEL TÉCNICO | "O futebol é semiprofissional. O brasileiro precisa ter paciência com os outros jogadores, sabendo que vai auxiliar o treinador" | "O nível técnico não é bom, mas a gente vai para lá sabendo disso" | "É forte, semelhante ao Campeonato Português. O meu time tinha seis jogadores que disputaram uma Copa" | |
| SALÁRIOS | "Se o cara ganha R$ 100 mil no Brasil, vai receber facilmente o triplo nos dois países. Se chorar, ainda ganha mais. No Qatar, paga-se um pouco melhor. Mas tudo depende da vontade deles. Se quiserem um reforço, não vão medir esforços", diz Alexandre Gama | "O salário pode ser o dobro do que se ganha no Brasil ou mais. É bom financeiramente, mas é difícil receber..." | ||
| MÉDIA DE PÚBLICO | "A torcida é pequena, menos de mil pessoas, a não ser em grandes jogos. A final da Copa do Rei teve 60 mil pessoas" | "Os jogos têm três mil pessoas. Nos clássicos, lotam os estádios, geralmente com capacidade para 20 mil pessoas" | "Nos jogos do Al Hilal, havia umas 30 mil pessoas por partidas" | |
| COMPORTAMENTO DA TORCIDA | "Não há muita cobrança. O técnico não vai cair por causa de um resultado ruim" | "A abordagem a estrangeiros é quase nenhuma. Existe um pouco para os árabes da seleção, mas nada que se compare ao Brasil" | "O torcedor é tão fanático quanto o brasileiro. As mulheres, que não se aproximam do jogador, tiram fotos escondidas" | |
| BARREIRAS CULTURAIS | "O jogador brasileiro leva uma vida normal, ou quase. As maiores dificuldades são o idioma e a falta de glamour do futebol local" | "Um brasileiro se sente em casa. A mulher pode andar normalmente nas ruas, e há bares para estrangeiros onde se pode beber chope" | "É um país fechado. As mulheres só andam de burka nas ruas, e não são permitidas bebidas alcoólicas" | |
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Thiago Neves: ‘Vou sair do Fluminense? Então vão me mandar embora!’
Meia desconhece negociação para deixar o Flu após as Olimpíadas
Caio Barbosa do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Thiago Neves diz que não quer sair do Flu
O técnico Renato Gaúcho já avisou que, pelo que ele soube, não poderá contar com Thiago Neves após as Olimpíadas, pois o jogador será negociado com o futebol europeu. Mas, pelo visto, quem avisou ao treinador se esqueceu de avisar ao jogador. É o que Thiago Neves garante.
- Ouvi o Renato falar isso, mas não entendi. Vou sair do Fluminense após a Olimpíada? Então vão me mandar embora, porque eu não estou sabendo de negociação nenhuma. Li na internet o interesse de alguns clubes, e confesso que fiquei feliz, mas até agora ninguém acertou nada comigo – avisa o camisa 10
Thiago, que no mês passado fez juras de amor ao Fluminense e disse que não há motivos para deixar o clube, tem estranhado as notícias em torno de seu nome.
- Me sinto bem aqui e penso em cumprir meu contrato até 2010. Se tiver alguma coisa boa para mim e para o Fluminense, posso até sair, mas sou feliz aqui do jeito que está – garante.
Flu também está na briga por Felipe
Jogador é o preferido de Renato Gaúcho para substituir Thiago Neves
Caio Barbosa do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Flu também quer Felipe, que está no Al-Sadd
A cotação do meia Felipe está mais alta do que se poderia imaginar. Não é só o Flamengo que pretende repatriar o jogador, formado em São Januário, campeão brasileiro e da Libertadores pelo Time da Colina, e campeão carioca pelo Fla em 2004. O Fluminense, que contratou Felipe em 2005, também está na briga para ter o craque de volta.
A diretoria tricolor está disposta a cobrir, com recursos do patrocinador, outras propostas para ter Felipe, nome preferido de Renato Gaúcho para substituir Thiago Neves, que não deve voltar ao clube após as Olimpíadas.
Em 2005, Felipe teve uma passagem ruim pelas Laranjeiras. O jogador foi suspenso por 180 dias pelo STJD por ter dado um soco no volante Marcos Mendes, numa partida contra o Campinense-PB, pela Copa do Brasil. Em outubro, acabou dispensado por indisciplina, após discutir com o técnico Abel Braga e o dirigente Paulo Bhering.
O presidente Roberto Horcades chegou a dizer, à época, que Felipe nunca mais vestiria a camisa tricolor, e que teria sido a grande decepção de sua gestão. As palavras de Horcades foram referendadas por Celso Barros, presidente da empresa que patrocina o clube, mas os dribles e a inteligência do meia, além da possibilidade de um dos rivais se reforçar com o talento do jogador, fizeram os dirigentes repensarem a decisão.
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terça-feira, 15 de julho de 2008
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Renato Gaúcho: ‘Ficarei aqui até quando me aturarem’
Técnico diz que não vê motivos para deixar o Flu neste momento
Caio Barbosa do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Renato diz que não pretende deixar o Flu
O técnico Renato Gaúcho, do Fluminense, disse nesta segunda-feira, nas Laranjeiras, que não há chance de ele deixar o clube neste ano por sua própria vontade. O treinador, que durante a Libertadores também recebeu propostas do futebol árabe, disse estar feliz no Tricolor e que não vê motivos para sair. E ainda brincou:
- O mundo árabe não combina muito comigo. Tem a questão da conta bancária no fim do mês, isso conta, mas ganho bem aqui e sou feliz. Dinheiro não é tudo na vida. Tenho bons chefes, o doutor Celso (Barros, presidente do patrocinador), que é uma pessoa sensacional e ficarei aqui até quando me aturarem. A vantagem da Arábia é que lá não tem a Lei Seca – brincou Renato.
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Branco fará nova tentativa por Jadson e Tinga na Europa
Dirigente também busca um atacante que atue pelas laterais do campo
Caio Barbosa do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro
Branco vai à Europa atrás de reforços
O coordenador de futebol do Fluminense, Branco, irá a Europa nos próximos dias para tentar a contratação de pelo menos três reforços, ainda para este ano, de preferência. Avesso aos holofotes, o dirigente não fala abertamente sobre nomes, mas os meias Jadson, do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e Tinga, do Borussia Dortmund, estão no topo da lista elaborada pela comissão técnica. Ambos foram procurados pelo Fluminense no fim do ano passado, mas o clube não conseguiu concretizar as contratações.
- O Tinga é um grande jogador, mas tem mais um ano de contrato com o Borussia Dortmund, que não quer liberá-lo. Em relação ao Jadson, vamos estudar. Quero ir à Europa porque é mais fácil as coisas resolver pessoalmente do que por telefone. Vamos analisar os nomes disponíveis e as condições para podermos reforçar o grupo. Nosso elenco é altamente competitivo, mas devemos perder algumas peças e precisamos recompor à altura – explica o dirigente.
Branco também está atrás de um atacante que atue pelos lados do campo, e descartou a contratação de Marcelinho Paraíba.
- Não vem. Basta olhar o nosso elenco e ver quais as nossas necessidades. No ataque, temos experientes três homens de área. Precisamos de um jogador de lado de campo, mais jovem, para equilibrar o setor. O Marcelinho é bom jogador, mas não se encaixa neste perfil – completa o dirigente.
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Cícero dá um ‘até logo’ à torcida tricolor
Volante confirma sua transferência para o futebol alemão
Caio Barbosa do GLOBOESPORTE.COM
Cícero vai atuar no futebol alemão
O volante Cícero fez um discurso de despedida na manhã desta segunda-feira, nas Laranjeiras. O jogador confirmou que está deixando o Fluminense para atuar no futebol alemão – provavelmente no Hertha Berlim, décimo colocado da Bundesliga -, e fez questão de agradecer o carinho que recebeu da torcida tricolor e também do técnico Renato Gaúcho.
- Todos já estão sabendo da minha saída, foi uma coisa boa que surgiu na minha vida, mas só tenho coisas boas para falar sobre o Fluminense, especialmente sobre a torcida, que sempre me tratou muito bem. Faltam poucos detalhes para a negociação ser concretizada, mas nas próximas horas estará tudo resolvido. Só que não será um adeus, mas um até logo ao clube, pois ainda espero voltar a vestir esta camisa no futuro – disse o volante.
Contratado em janeiro de 2007, Cícero foi peça importante na conquista da Copa do Brasil e, nos 18 meses que ficou nas Laranjeiras, mostrou espírito de grupo e versatilidade, atuando em todas as posições do meio e também do ataque.
- Fui muito feliz aqui. Jamais vou me esquecer do título da Copa do Brasil, da campanha linda que fizemos na Libertadores e dos dois gols que fiz no Fla-Flu do ano passado, o último aos quarenta e seis do segundo tempo. Foi a única partida em que marquei dois gols, e justamente num Fla-Flu. Foi o jogo que me marcou aqui, que me deu moral, e jamais esquecerei – completa.
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sexta-feira, 11 de julho de 2008
Ebook grátis "Piadas de A a Z "

Cafeína....

Carta de Divórcio...
Fui uma boa mulher para ti durante sete anos e não tenho nada a provar.
As duas semanas passadas foram um inferno, o teu chefe chamou-me para dizer que te tinhas demitido e isto foi a última gota.
Na semana passada, chegaste a casa e não notaste que eu tinha um novo penteado e tinha ido à manicura.
Cozinhei a tua refeição preferida e até usei uma nova lingerie.
Chegaste a casa, comeste em dois minutos e foste dormir depois de ver o jogo.
Não me dizes que me amas, nunca mais fizemos sexo.
Ou me estás a enganar ou já não me amas mais, seja qual for o caso, vou-te deixar.
P.S - Se me quiseres encontrar, desiste. O teu IRMÃO e eu vamos viajar para as Bermudas e casar!
A tua Ex-mulher'
'Querida ex-mulher.
Nada me fez mais feliz do que ler a tua carta. É verdade que estivemos casados durante sete anos, mas dizeres que foste uma boa mulher é exagerar.
Vejo futebol para tentar não te ouvir a resmungar a toda a hora.
Assim não valia a pena.
Realmente reparei que tinhas um novo penteado na semana passada, a primeira coisa que me veio à cabeça foi 'Pareces um homem!'.
Mas a minha mãe sempre me disse para não dizer nada que não fosse bonito.
Quando cozinhaste a minha refeição preferida, deves ter confundido com a do MEU IRMÃO, porque deixei de comer porco há sete anos.
Fui dormir porque reparei que a lingerie ainda tinha a etiqueta do preço.
Rezei que fosse uma coincidência o meu irmão ter-me pedido emprestado 50EUR e a lingerie ter custado 49.99 EUR.
Depois de tudo disto, eu ainda te amava e senti que podíamos resolver os nossos problemas.
Assim quando descobri que eu tinha ganho o Euromilhões, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para a Jamaica.
Mas quando cheguei a casa já tinhas ido.
Tudo acontece por alguma razão.
Espero que tenhas a vida que sempre sonhaste.
O meu advogado disse-me que devido à carta que escreveste, não vais ter direito a nada. Portanto cuida-te.
P.S. - Não sei se eu alguma vez te disse isto mas o Eduardo, o meu irmão, nasceu Eduarda. Espero que isto não seja um problema.
Assinado:
Milionário e Solteiro'
politiquices...
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Fluminense vence o Atlético-PR e deixa a lanterna do Brasileiro
Dodô, Conca e Somália fazem os gols da primeira vitória tricolor
O reencontro do Fluminense com a torcida nesta quarta-feira, no Maracanã, lembrou os bons tempos. Na arquibancada, uma faixa já demonstrava o apoio após a perda do título da Libertadores há uma semana para a LDU: "Eu acredito em vocês". E o time deu o primeiro passo para deixar a decepção e a tristeza no passado. Mesmo sem jogar bem, o Tricolor venceu por 3 a 0 o Atlético-PR, gols de Dodô, Conca e Somália, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o time carioca deixou a lanterna da competição e agora tem seis pontos superando o Ipatinga, que nesta quinta-feira enfrenta o Cruzeiro, no saldo de gols. Já o Furacão segue com 12 pontos, mas agora em 10º lugar. No próximo sábado, o Fluminense volta a campo no Maracanã para encarar o Vitória. No domingo, o Atlético-PR enfrenta o Internacional em casa, na Arena da Baixada.
Dodô abre o placar
O Fluminense entrou em campo com um desfalque de última hora. Thiago Neves voltou a sentir um incômodo na coxa esquerda e foi vetado. Os jogadores entraram em campo com uma faixa com a frase: "Obrigado torcida tricolor". Mas poucas pessoas viram. Ainda decepcionados com a perda do título da Libertadores para a LDU, os torcedores compareceram em pequeno número ao Maracanã. Apenas 11.466 foram apoiar a equipe.
O jogo começou com o Fluminense pressionando. O primeiro chute a gol foi aos seis minutos, com Washington. O atacante tricolor, porém, mandou longe do gol. Aos 12, Conca arriscou de fora da área e o goleiro Galatto espalmou para escanteio. Na cobrança, Thiago Silva desvia e Dodô, na segunda trave, completa de cabeça para o gol: 1 a 0 para o Tricolor! Foi o terceiro gol do atacante no Campeonato Brasileiro.
Após o gol, a partida esfriou. O Fluminense parou de criar. Os torcedores só voltaram a se manifestar quando um dos assistentes levou uma bolada no rosto. O árbitro Salvio Spinola parou o jogo para ver se estava tudo bem. Enquanto isso, no acesso à arquibancada, o vendedor de cachorro-quente Ivan admitia o clima de "missa de sétimo dia" e lamentava a queda nas vendas.
- Na semana passada na final da Libertadores vendi 420 cachorros-quentes. Hoje se vender uns 30 vou ficar feliz - disse Ivan, que cobrava R$ 4 por cada um.
Em campo, o Atlético-PR partiu para o ataque. E mesmo errando muitos passes chegou a ameaçar. Aos 36 minutos, Nei soltou uma bomba de fora da área e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Na cobrança, o goleiro voltou a fazer uma difícil defesa após a cabeçada de Pedro Oldoni. Fernando Henrique se esticou e espalmou a bola que ia entrar no canto esquerdo. E o primeiro tempo terminava com poucas chances de gol para os dois lados.
Conca faz o segundo gol tricolor
A partida ganhou mais velocidade no segundo tempo. Dodô arriscou da entrada da área, mas a bola passou por cima do travessão. Aos 12 minutos, Pedro Oldoni cabeceou livre na área. Fernando Henrique conseguiu espalmar e evitar o gol de empate.
Mas a reação do Atlético-PR foi prejudicada três minutos depois quando o lateral-direito Nei, que já tinha cartão amarelo, fez falta violenta em Luiz Alberto e acabou expulso.
Mesmo com dez jogadores, o Furacão continuou tentando. Mas sem ameaçar como antes. O Fluminense parecia desinteressado para a partida. O zagueiro Thiago Silva justificava a convocação para a seleção olímpica e aparecia muito bem na cobertura e nos desarmes.
O Tricolor teve uma chance de falta com Conca. Mas o chute parou nas mãos do goleiro Galatto. Pouco depois, Alan Bahia também soltou a bomba em um lance de bola parada. Mas a bola desviou e foi para fora.
Aos 37 minutos, uma grande chance de o Fluminense ampliar. Após cruzamento de Junior César, o lateral Rafael aproveitou a sobra na entrada da área e chutou rasteiro para fora, com muito perigo. Galatto ficou parado no meio do gol apenas torcendo.
Mas o segundo gol tricolor saiu em seguida. Em um contra-ataque, Conca tocou para Dodô, que dividiu com o zagueiro Rhodolfo. A bola sobrou limpa para o meia argentino, que tocou na saída do goleiro Galatto. Mas ainda havia tempo para o terceiro gol. Tartá cruzou e Somália, de primeira, soltou a bomba no ângulo: 3 a 0! A primeira vitória tricolor no Brasileiro estava garantida. E a torcida fez a festa no final respondendo a uma provocação feita por um colunista no site oficial do Atlético-PR cantando "palhaço, palhaço, time de palhaço".
atuações do Fluminense
atuações do Atlético-PR
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segunda-feira, 7 de julho de 2008
Os 10 carros mais baratos do Brasil
Postado por BarrosoR$ 23.533. Esse é o preço, segundo a Fipe, do recém chegado M100, da Effa Motors, o primeiro colocado entre os mais baratos.
A Effa informou que o M100 traz sob o seu capô um motor de 4 cilindros em linha, de 970 cm³, tecnologia Suzuki, que gera 47 cavalos de potência a 3.500 rpm. A transmissão do carro, que é fabricado pela montadora chinesa Changhe Automobile, é mecânica de 5 marchas e uma a ré.

Custando R$ 24.547, ocupa hoje a segunda colocação. Em sua versão mais básica, de duas portas, o carro possui um motor 8 válvulas bicombustível de 1.0 l. Por mais R$ 300, pode-se obter desembaçador de vidros para o automóvel.

O Clio ficou com a terceira colocação, de acordo com os dados da Fipe. Com um preço de R$ 25.696, o hatch foi lançado no mercado nacional em 1999.
Atualmente, sua versão mais básica é o Clio Campus, com motor bicombustível de 1.0 l 16V, que desenvolve até 77 cavalos de potência.

O Palio custa, segundo a Fipe, R$ 27.633, na versão de duas portas com motor bicombustível de 1.0 l, garantido a quarta posição. A mais recente versão do veículo foi apresentada em fevereiro de 2007, com diversas mudanças estéticas.
Com mudanças nas laterais, frente e traseira, o hatch da Fiat cresceu 20 mm no comprimento e 6 mm na largura. Internamente, o Palio ganhou acabamento com apoio de braço para o motorista, painel em três tons de cinza, porta-luvas duplo, volante com regulagem de altura, terceiro apoio de cabeça no banco traseiro, ganchos para rede porta-objetos no porta-malas, porta-óculos e um novo cinzeiro, em forma de copo. Na minha opinião é o melhor custo-benefício da lista.

O Chevrolet Celta custa R$ 27.019 em seu modelo de entrada, que é equipado com motor bicombustível de 1.0 l e possui duas portas. Com transmissão manual de cinco marchas, o automóvel tem potência de 70 cavalos.
Sua última versão foi apresentada no final de 2006, tendo como o modelo mais básico o Celta Spirit.

Até ontem, o Gol City Trend era a versão mais atual do modelo da Volkswagen. Mas após a chegada do Novo Gol, o veículo passou a ser oferecido apenas na versão de duas portas, para concorrer com Uno Mille e Chevrolet Celta. Na sexta posição, custa R$ 28.676 e possui motor bicombustível de 1.0 l, fazendo de 0 a 100 km/h em 13 segundos. Pálio duro para o Palio, sem trocadilhos.

O Classic, que custa R$ 28.714 e ficou em sétimo. O sedã em sua versão mais básica possui motor bicombustível de 1.0 l, com potência de 72 cavalos.
O Classic foi, em 2007, o sedã mais vendido do mercado brasileiro, com 95.691 unidades e uma participação de 17,6%. O carro é vendiddo nas versões de acabamento "Life", "Spirit" e "Super".

O Novo Gol, que chegou às concessionárias ontem, já ocupa a oitava colocação dos mais baratos. Pela lista da Fipe, ele custa R$ 28.983, em sua versão mais básica, com motor bicombustível de 1.0 e sem pacote de opcionais.
O Novo Gol ganhou novo desenho e acabamento, além de mudar para um motor transversal e potência de até 76 cavalos.

O Logan, que custa R$ 28.990 em sua versão com motor 1.0 16V Hi-Flex. O Sedã chegou ao mercado brasileiro no ano passado e conta com pára-choques pintados na mesma cor da carroceria, além de conta-giros e porta-objetos distribuídos pelo interior do veículo.
A versão Authentique - de entrada - possui bloqueio de ignição por "transponder" e trava para crianças nas portas traseiras e vidros verdes.

O novo Ka, da Ford, ocupa a 10ª colocação, custando R$ 29.831, segundo a Fipe. O automóvel chegou, com novo design, no final de 2007 com motor flex de 1.0 l. O hatchback de duas portas é maior e mais espaçoso do que de o antigo Ka. Um amigo comprou e adorou.
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Computador sem monitor
Postado por BarrosoSem dúvida este é um dos computadores mais estranhos já lançados. O "B-Membrane", como foi batizado, não possui monitor ou teclado tradicional, ao invés disso, ele projeta a imagem na parede ou em uma tela.
O responsável pelo computador, o coreano Won-Seok Lee, também eliminou as tradicionais teclas do teclado. Agora o teclado só aparece quando você precisa dele, acionado por um drive óptico integrado. Segundo o site Yanko Design, além de funcionar como um computador "comum", o B-Membrane também pode servir como um criador de ambiente, projetando luzes na sala de acordo com o gosto do dono.
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