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Notícias do Fluminense

quinta-feira, 29 de maio de 2008




Fotos do Jornal dos Sportes - Rio de Janeiro - 29 de Maio de 2008.

9 curiosidades sobre alimentos que pouca gente sabe



O café mais caro do mundo é feito de fezes
A curiosidade:
O café mais caro do mundo vem das fezes de um animal, o Luwak

Kopi Luwak são grãos de café produzidos através das fezes de um animal da Indonésia, o luwak, um mamífero do tamanho de um gato. Por ser um produto raro (apenas 230 quilos são produzidos por ano), o Kopi Luwak é muito apreciado pelos amantes do café.

Os animais comem somente os melhores grãos de cafés maduros, e, depois de passar por um processo natural de fermentação, eles defecam o grão que será utilizado para a produção do café. O quilo do grão custa cerca de R$ 1.500, e é vendido principalmente para o Japão e Estados Unidos, mas está se tornando cada vez mais apreciado em outras regiões.

A que não quer calar, é: quem foi o corajoso que resolveu experimentar as fezes de um animal?



Um grande banquete
A curiosidade:
O maior prato servido no mundo é o camelo assado

O camelo é recheado com uma carcaça de ovelha, que é recheada com frangos, peixes e ovos. Embora estranho para nós, este banquete é, por vezes, apresentados nos casamentos beduínos (povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África).



Insetos e roedores
A curiosidade:
A FDA, que é um orgão governamental dos EUA que faz o controle dos alimentos (tanto humano como animal), medicamento, suplemento alimentar, cosméticos e demais substâncias, permite a venda de produtos contendo insetos e pêlos de roedores

A FDA admite como aceitável o encontro de cinco insetos ou partes de insetos para cada 100g de manteiga de maçã e de 30 fragmentos de insetos por 100g na manteiga de amendoim O FDA permite que uma média de 30 ou mais insetos, e uma ou mais roedor cabelos por 100 gramas de amendoim. Isso se deve à impossibilidade da completa remoção de partes corporais de insetos dos produtos alimentícios.



Sopa
A curiosidade:
A primeira sopa feita no mundo foi a de hipopótamo

As primeiras provas arqueológicas para o consumo de sopa (sim, existe estudo para isso) mostram que em 6000 aC foi feita a primeira sopa do mundo, e ela foi de hipopótamo.



Molho Worcestershire
A curiosidade:
O molho Worcestershire é feito a partir de peixe dissolvido

O molho Worcestershire, popular molho Inglês, é fabricado a partir de anchovas dissolvidas. As anchovas são embebidas em vinagre até que sejam totalmente derretidas. Naturalmente, o molho contém todas as partes do peixe.



Picolé
A curiosidade:
O picolé foi inventado por um garoto de 11 anos, que manteve a fórmula secreta durante 18 anos.

O inventor foi Frank Epperson que, em 1905, esqueceu uma mistura de pó refrigerante e água do lado de fora de casa. Naquela noite, a temperatura em San Francisco caiu tanto, que a mistura transformou-se em um bloco colorido de gelo. 18 anos mais tarde ele resolveu patentear a invenção, batizando-a de "picolé".



Microondas
A curiosidade:
Forno de microondas foi descoberto acidentalmente, quando uma barra de chocolate derreteu-se no bolso do seu criador.

Percy Spencer LeBaron, um engenheiro eletrônico, saiu de casa com uma barra de chocolate no bolso, rumo ao seu laboratório, onde realizava testes com um magnetron. Chegando lá, enquanto trabalhava, resolveu comer seu chocolante, quando percebeu que estava derretido. LeBaron logo percebeu que a barra havia sido derretida e que possivelmente o calor gerado pela proximidade com o tubo do magnetron teria sido a causa. Para constatar sua teoria, ele resolveu colocar um pacote de milho para pipoca em frente ao tubo, em frente ao tubo, obviamente, em pouco tempo as pipocas começaram a surgir, mais tarde, LeBaron criou o que conhecemos hoje como "Forno de microondas".



Amendoins
A curiosidade:
Dinamite é feita com amendoim

O óleo de amendoim pode ser processado para produzir glicerina, que pode ser usada para fazer nitroglicerina, um dos componentes da dinamite.



Água de coco
A curiosidade:
A água de coco pode ser utilizada (em caso de emergência) como um substituto para o plasma sanguíneo.

A razão para isto é que a água de coco (a água encontrada em côcos - não confunda com o leite de coco) é estéril e tem um nível de pH ideal.

Acesso ao pendrive só com impressão digital


Hoje em dia, todo cuidado com a segurança de nossos arquivos e computadores é pouco. Principalmente em pendrives, onde levamos nossos arquivos de um lado para o outro, e se tem arquivos importantes e nós perdemos? Por isso a Apacer tem um pendrive com leitor de impressão digital.

O Fingerprint USB Flash Drive ganhou um upgrade e agora conta com 8GB de capacidade, e continua com seu recurso de segurança, sendo que a única forma para acessar os arquivos é com a impressão digital da pessoa cadastrada, o leitor fica na parte frontal do pendrive.

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Qua, 28/05/2008, 21h:50 Presidente Perón, Buenos Aires, ARG

Riquelme faz dois, mas quem vibra com empate é o Tricolor

Craque do Boca marca duas vezes, só que Thiago Silva e Thiago Neves garantem a igualdade no estádio de Avellaneda

Thiago Neves protege a bola de Riquelme

A pressão foi grande, Riquelme brilhou, como era de se esperar. Mas, no apito final em Avellaneda, quem teve mais motivos para comemorar foi o Fluminense, que arrancou um empate em 2 a 2 e leva a vantagem de dois empates (0 a 0 e 1 a 1) para o segundo jogo das semifinais da Libertadores. Os dois times voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 4 de junho, no Maracanã, para decidir quem passa para a fase final e encara o vencedor de LDU e América-MEX, que no primeiro duelo ficaram no 1 a 1, no estádio Azteca.

Jogo começa a mil por hora

Desde o primeiro minuto, muita correria, raça e ímpeto ofensivo de ambas as equipes. O Boca, empurrado por sua torcida, tentou pressionar a saída de bola do time tricolor, que saía para o jogo com toques curtos e rápidos. E o Flu mostrou logo que não entrou em campo apenas para se defender. Aos quatro, Thiago Neves partiu com a bola do meio-campo e chutou rente à trave direita de Migliore.

Aos 11, festa do Boca em Avellaneda: Riquelme abriu o placar ao completar um ótimo cruzamento de Palacio da direita. Mas a alegria argentina durou pouco. Aos 15, Thiago Neves cobrou falta da direita na cabeça de Thiago Silva, que subiu com estilo para empatar a partida num lindo lance. Euforia dos quase mil tricolores presentes ao estádio.

E o duelo continuou quente: aos 17, Chavez acertou a trave esquerda de Fernando Henrique após um chute colocado da entrada da área. Aos 34, uma linda triangulação entre Riquelme, Chaves e Datolo, que chutou à esquerda do arqueiro, assustando os tricolores. A pressão do Boca aumentou, mas a estrela de Thiago Silva continuava a brilhar. O jovem zagueiro fez um excelente primeiro tempo, roubando várias bolas e parando quase todas as jogadas aéreas direcionadas ao atacante Palermo.

No último lance do primeiro tempo, Junior Cesar tabelou com Thiago Neves e chegou à linha de fundo com liberdade. Mas, em vez de cruzar para Washington, que entrava livre na pequena área, chutou cruzado, mal, à esquerda do gol de Migliore. Uma chance incrível desperdiçada pelo Flu.

Pressão xeneize aumenta, e Riquelme apronta de novo

O Boca voltou do vestiário com tudo e criou rapidamente duas chances claras de gol. Palermo, aos dois minutos, escorou de cabeça rente à trave direita. Em seguida, Paletta cabeceou com força, no ângulo esquerdo, mas Fernando Henrique fez uma defesa espetacular, impedindo o segundo dos argentinos. Aos oito, Chaves mandou uma bomba de fora da área, raspando o travessão, para a loucura do técnico Renato Gaúcho, que a essa altura reclamava muito da postura de seu time em campo.

E Riquelme aprontou de novo. Aos 19, em cobrança de falta da entrada da área, com ajuda dos desvios de Cícero e Romeu na barreira, o craque marcou o segundo do Boca. Momento dramático para os tricolores. Aos 23, o Flu deu o ar da graça no segundo tempo. Thiago Neves arriscou de fora da área, Migliore deu rebote, mas Washington chutou fraco, nas mãos do arqueiro. Em seguida, Dodô substituiu o Coração Valente.

Frango e festa tricolor

Mesmo tímido em campo, o Flu conseguiu chegar ao empate mais uma vez. Aos 31, Thiago Neves chutou de fora da área, e Migliore aceitou, numa falha incrível, um verdadeiro frangaço. 2 a 2 no placar. Mesmo assim, o Boca não desistiu de buscar a vitória. Aos 35, Palacio mandou uma bomba de dentro da área, para outra ótima defesa de Fernando Henrique. No rebote, Thiago Silva mandou a escanteio.

Com o fim da partida próximo, Renato Gaúcho optou por colocar o zagueiro Roger na vaga de Thiago Neves para segurar as últimas tentativas do Boca. E a tática do treinador deu certo. Apito final do uruguaio Roberto Silveira e um grande motivo de comemoração tricolor, que agora decide a vaga diante de sua apaixonada torcida no Maraca.


Thiago Silva fez o primeiro gol do Flu contra o Boca (Ricardo Ayres/Photocamera) Flu empata (2 a 2) e traz vantagem para o Brasil
Tricolor segura o Boca Juniors na Argentina

O Fluminense empatou com o Boca Juniors em 2 a 2, gols de Thiago Silva e Thiago Neves, com Riquelme marcando para o time argentino. Com o resultado, até o empate em 1 a 1 garante o Tricolor na final da Copa Santander Libertadores. A semifinal decisiva acontece na próxima quarta-feira, às 21h50, no Maracanã. A torcida vai ter papel importante para escrever mais este capítulo inédito. Os ingressos já estão à venda.

O técnico Renato Gaúcho escalou Maurício na vaga de Ygor, que sentiu uma dor na coxa direita e foi vetado. O Boca Juniors começou pressionando, mas quem teve a primeira chance de gol foi o Fluminense. Thiago Neves arriscou de fora da área, levando perigo ao gol de Migliore. Aos 11, Palacio ganhou na esquerda e tocou para Riquelme. O argentino abriu o placar em Avellaneda.

O Tricolor não se intimidou e manteve o ritmo. Aos 16, Thiago Neves sofreu falta, que ele mesmo cobrou na cabeça de Thiago Silva. Era o empate do Fluminense para a alegria da torcida no Estádio Juan Domingo Perón. O jogo seguiu equilibrado e o time comandado por Carlos Ischia assustava nos contra-ataques. Riquelme era o centro das atenções da defesa tricolor, pois todas as jogadas passavam pelos pés do camisa 10 do Boca.

O Flu teve a chance de ir para o intervalo com a vantagem no placar. Junior César tabelou com Thiago Neves e bateu forte para o gol. A bola passou perto da trave, mas Washington era uma outra opção. No fim, o capitão Luiz Alberto resumiu o jogo. "Estamos sendo competitivos. O Fluminense está jogando de igual pra igual e não está se intimidando", disse o zagueiro, em entrevista à TV Globo.

Na volta para o segundo tempo, como era esperado, o Boca Juniors pressionou o Fluminense e Fernando Henrique transformou-se em uma verdadeira muralha. O goleiro tricolor fez duas grandes defesas nas cabeçadas de Palermo e Paletta. Aos 19, ele foi vencido pelo desvio de Romeu, que estava na barreira, após a cobrança de Riquelme.

A torcida argentina, entusiasmada, empurrou o Boca, mas o Fluminense mostrou segurança e não se intimidou. Washington e Thiago Neves criaram boas chances, só que pararam em Migliore. No entanto, aos 31, o camisa 10 tricolor venceu o goleiro adversário. De fora da área, ele pegou o rebote e arriscou. Migliore tentou segurar o chute, mas levou um frango em Avellaneda.

Daí em diante, valeu a calma e a tranquilidade do Fluminense para segurar o time argentino. O Tricolor entra em campo no próximo domingo, pelo Campeonato Brasileiro, para enfrentar o Flamengo, às 18h10, no Mararacanã.

BOCA JUNIORS 2 X 2 FLUMINENSE
Estádio: Juan Domingo Perón (Buenos Aires/Argentina)
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Assistentes: Mauricio Espinosa (URU) e Robert Muniz (URU)
Cartões amarelos: Chávez, Junior César, Romeu, Fernando Henrique, Cáceres e Riquelme
Gols: Riquelme (11m/1o e 19m/2o) Thiago Silva (16m/1o) e Thiago Neves (31m/2o)

BOCA JUNIORS
Migliore, Maidana (Ibarra), Cáceres, Paletta e Morel Rodríguez; Chávez (Cardozo), Battaglia (Vargas), Dátolo e Riquelme; Palacio e Palermo.
Técnico: Carlos Ischia

FLUMINENSE
Fernando Henrique, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior César; Maurício (Romeu), Arouca, Conca e Thiago Neves (Roger); Cícero e Washington (Dodô).
Técnico: Renato Gaúcho

Fabio Azevedo

terça-feira, 27 de maio de 2008

O jogo da vida de Darío Conca

Cria do River Plate, apoiador quer mostrar contra o Boca Juniors que tem vaga na seleção argentina

Caio Barbosa Enviado especial do GLOBOESPORTE.COM, em Buenos Aires

Conca (esq.) é cria do River Plate

O jogo contra o Boca Juniors está sendo tratado pela delegação tricolor como o mais importante da história do Fluminense, que pela primeira vez enfrentará o maior time da Argentina numa partida oficial, na semifinal da Libertadores. Mas, se para o Flu o jogo é especialíssimo, para Darío Conca é ainda mais.

O meia, que tem sido o destaque do time nas últimas partidas, é nascido em Buenos Aires, criado nas divisões de base do River Plate, maior rival do Boca, e apesar de encantar muitos brasileiros com seu futebol rápido e habilidoso, nunca é lembrado para a seleção de seu país. Nesta quarta, quando toda a Argentina estará voltada para o jogo entre Fluminense e Boca, uma boa atuação servirá para mostrar que Conca pode, sim, ter uma chance na sua seleção.

Tímido e avesso às entrevistas, o jogador do Flu disfarça quando perguntado sobre a importância do jogo desta quarta para suas pretensões pessoais. O argentino prefere destacar o grupo, mas o sorriso quando se fala em seleção argentina é indisfarçável, embora contido. É bom lembrar que ele só tem 25 anos, e que ainda tem alguns anos pela frente para realizar seu sonho.

- Não quero pensar em seleção, apenas no Fluminense. Não posso ficar pensando numa coisa que foge da minha alçada. Minha cabeça está voltada para a semifinal e para a camisa tricolor. Ser convocado ou não será uma consequência do meu trabalho aqui, então é nisso que tenho que focar.

Por ter sido revelado no River, Conca sabe que será hostilizado pela torcida do Boca, mas garante que isso não afetará seu desempenho. O jogador também não teme a violência por parte dos adversários.

- O Boca tem um time muito bom, todos sabem disso. Não creio que eles tenham que se utilizar desse artifício. Vai ser um jogo duro, disputado, mas na bola.

Raio-X de Fluminense x Boca Juniors

Veja a comparação, jogador por jogador, entre as duas equipes

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Fluminense e Boca Juniors iniciam na próxima quarta-feira, em Buenos Aires, a semifinal mais aguardada - e uma espécie de final antecipada - da Taça Libertadores. A equipe argentina, com seis títulos, tem mais tradição. Mas o Tricolor chega embalado por uma ótima campanha (a melhor da primeira fase) e a heróica vitória sobre o São Paulo.

E quem leva a melhor na comparação das duas equipes, jogador por jogador? Confira a avaliação do GLOBOESPORTE.COM e a análise tática de cada setor do campo nos dois times.

Goleiro:

Fernando Henrique: Tem feito grandes defesas e salvado o Flu em algumas oportunidades, mas oscila demais em uma mesma partida. É considerado pela torcida o calcanhar de Aquiles do time por ser capaz de, após pegar uma bola impossível, dar rebote no pé do atacante adversário mais próximo logo em seguida.

Migliore: Não é um garoto (tem 26 anos), mas é um goleiro de pouquíssima experiência mesmo na Primeira Divisão argentina - e menos ainda em partidas internacionais. Sempre foi reserva no Boca desde que chegou do Huracán, em 2006. Substitui o titular Caranta, que está machucado.

Quem leva vantagem: Fluminense

Lateral-direito:

Gabriel: É eficiente no apoio ao ataque, embora não esteja chegando constantemente à linha de fundo, preferindo entrar pelo meio. Tem ótima técnica e chuta bem, mas peca na marcação e, às vezes, parece disperso em campo.

Maidana: É um zagueiro improvisado, mas já se acostumou à posição. Tem muita garra, mas pouca técnica e chega pouco ao ataque. Vem cumprindo bem sua função.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Zagueiro central:

Thiago Silva: O melhor jogador do Flu. Tem excelente senso de colocação e antecipação. É preciso no desarme e, apesar e não ser muito alto (1,83m), também nas bolas altas. Sabe sair jogando, o que muitas vezes liga um contra-ataque. Seu chute potente é uma arma a mais. Ficou três semanas afastado por lesão muscular, mas a falta de ritmo não foi um problema contra o São Paulo.

Cáceres: Chegou com prestígio e a bênção de Maradona, que disse que era um zagueiro ideal para o Boca, mas demorou a mostrar boas atuações. É regular e, aos 28 anos, tem experiência e passagem pela seleção paraguaia. Já atuou pelo Atlético-MG.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Quarto zagueiro:

Luiz Alberto: Líder do Flu dentro e fora de campo, o capitão é quem faz o "trabalho sujo" na zaga. Costuma chegar mais duro do que Thiago Silva, mas é leal. Seguro tanto pelo alto como nas bolas rasteiras, costuma ter um pouco mais de dificuldade quando pega pela frente atacantes rápidos.

Palleta: O jovem de 22 anos, contratado ao Liverpool, é tratado como craque no clube. Recuperou-se há pouco de uma lesão. É bom no combate direto e no jogo aéreo, até pela sua altura (1,90m), mas é um pouco lento. Encontra dificuldades quando fica sozinho com um atacante rápido e habilidoso.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Lateral-esquerdo:

Junior Cesar: É um dos destaques do time na Libertadores. Sua velocidade impressiona tanto nos contra-ataques como no momento de recompor a defesa. Com seriedade, conquistou a torcida, que pegava no seu pé quando subiu dos juniores. O maior defeito é a pouca precisão nos cruzamentos. Sua baixa estatura (1,66m) também por vezes torna bolas alçadas sobre a área mais perigosas.

Morel Rodríguez: O outro paraguaio do time titular também joga como zagueiro, embora seja baixo (1,75m). Tem velocidade, sabe se antecipar ao adversário, chega bastante ao ataque e cruza bem. Leva perigo nas bolas paradas, principalmente pelo lado direito.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Análise tática da defesa:

Fluminense: A defesa menos vazada da competição - seis gols sofridos, sendo apenas um deles em casa - é o ponte forte da equipe. Quando joga fora, Renato escala Ygor na sobra, como terceiro zagueiro, enquanto Luiz Alberto e Thiago Silva matam as jogadas adversárias ainda na intermediária. O esquema favorece a subida dos laterais. Precisa tomar cuidado com os rebotes, já que Fernando Henrique não costuma segurar chutes de longa distância.

Boca Juniors: O lado mais sólido está na direita, o que pode servir de contraponto ao setor ofensivo do Flu. O lateral Ibarra, que atua nessa faixa do campo e se recuperou de lesão no joelho, pode ser uma arma a mais, caso não seja atrapalhado pela falta de ritmo. Cáceres e Palleta ainda não jogaram o que podem e andaram falhando na Libertadores. É sem dúvida o ponto fraco do time, mas às vezes isso não fica tanto em evidência graças à força ofensiva.

Primeiro volante:

Ygor: É o ponto fraco do sistema defensivo, embora conte com a eterna confiança de Renato Gaúcho. Joga com disposição e seriedade e precisa se desdobrar para segurar um meio-campo que, dependendo da escalação, é pouco marcador. Porém, o que sobra de vontade, lhe falta em técnica. Todas as vezes em que começou a ganhar um pouco de crédito com a torcida, logo falhou.

Battaglia: É o leão do meio-campo e peça-chave na equipe. Tem porte físico e personalidade - costuma crescer nos clássicos contra o River Plate, por exemplo -, além de ser acostumado à Taça Libertadores: conquistou o título quatro vezes, todas pelo Boca. Leva perigo nas bolas aéreas por ser bom cabeceador.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Segundo volante:

Arouca: Antigo xodó da torcida, caiu muito de rendimento e já não é titular absoluto, embora tenha reconquistado a posição contra o São Paulo. Sua entrada é opção para melhorar a marcação e o passe para levar o Flu à frente. Quando ele joga, Gabriel tem mais liberdade apoiar o ataque.

Vargas: O ex-volante do Internacional pouco chega ao ataque ou ajuda o lateral Maidana na frente. Serve mais como um suporte a Battaglia nas roubadas de bola, mas tem bom passe.

Quem leva vantagem: empate.

Meia:

Cícero: É o verdadeiro curinga do time. Sua posição de origem é de segundo ou terceiro homem de meio-campo, mas até de centroavante já jogou. Tem bom passe, chuta forte e, principalmente, conta com uma cabeçada mortal. Porém, assim como Gabriel, às vezes parece meio desligado no jogo e perde bolas fáceis, propiciando perigosos contra-ataques.

Dátolo: O ex-meia do Banfield demorou para conquistar a torcida desde sua chegada, em 2006, mas vem subindo de produção e hoje é um dos melhores jogadores do Boca na Libertadores. Corre o tempo todo e faz jogadas tanto pela linha de fundo como entrando pelo meio. Também tem boa conclusão.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Meia:

Thiago Neves: É outro que não está em boa fase, tendo caído muito de produção em relação às atuações de 2007 e do início do ano. Dribla bem, tem chute preciso e é esperança da torcida nas cobranças de falta e escanteio.

Riquelme: Ainda não jogou tudo o que pode, mas já foi decisivo contra o Atlas, pelas quartas-de-final. É o centralizador das jogadas de ataque e muito perigoso em bolas paradas. Tem uma visão de jogo fora do comum.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.

Análise tática do meio-campo:

Fluminense: Com a dupla Arouca e Cícero na cabeça-de-área, a saída para o contra-ataque ganha qualidade, mas o time perde na recuperação da posse de bola. As jogadas de maior perigo saem dos pés de Conca, seja nas tabelas com Junior Cesar, seja em seus toques precisos para o ataque. Thiago Neves também tem liberdade para se movimentar. Carrega mais a bola do que o companheiro e cria jogadas na frente, mas Renato Gaúcho cobra muito que os dois façam o primeiro combate na saída de bola.

Boca Juniors: É um setor bem equilibrado, com a pegada de Battaglia e Vargas e a criatividade e ousadia de Riquelme e Dátolo. Pode tornar-se mais ofensivo com a entrada de Chávez no lugar de Vargas, a exemplo do que aconteceu contra o Atlas no México. No entanto, o espaço deixado pelas subidas de Dátolo pela esquerda pode ser explorado, já que Morel Rodríguez não é tão bom no combate direto. E anular Riquelme é meio caminho andado para destruir a criação do time.

Meia ofensivo/atacante:

Conca: Ao contrário de Thiago Neves, cresceu muito na reta decisiva da Libertadores, principalmente nos jogos contra o São Paulo. Tornou-se o motor do time, mostrando preparo físico e vontade invejáveis. Tem excelente visão de jogo, distribui muito bem as jogadas e chuta com veneno, apesar da pouca força.

Palacio: Não está em sua melhor forma, mas se movimenta muito, pelos dois lados do campo, e é inteligente. Cria jogadas e aparece para finalizá-las, ainda que lhe falte qualidade na hora da conclusão. Outra virtude sua é a incansável ajuda na marcação.

Quem leva vantagem: empate.

Centroavante:

Washington: Clássico atacante-pivô. É pouco habilidoso, mas tem bom domínio de bola para matar bolas "quadradas" e sabe o que fazer dentro da área. É bom no chute com as duas pernas e, principalmente, no cabeceio, como o que garantiu a classificação do Flu para a semifinal da Libertadores.

Palermo: Ainda é lembrado por muitos brasileiros, injustamente, pelos três pênaltis perdidos em uma só partida, em 1999. Impõe respeito como poucos por ser um excelente finalizador, tanto com o pé como com a cabeça, mesmo sem tanta técnica.

Quem leva vantagem: empate.

Análise tática do ataque:

Fluminense: Se Washington jogar sozinho na frente, o Fluminense vai insistir muito nas bolas alçadas na área pelos laterais. O atacante também faz bem o papel de pivô, de costas para o gol, ajeitando a bola para os chutes de longe de Conca, Cícero e Thiago Neves. O jogador aproveita sua estatura para aproveitar as cobranças de escanteio e falta do camisa 10 tricolor.

Boca Juniors: Palacio e Palermo se complementam e têm ótimo entrosamento. Com mais freqüência, o primeiro faz as jogadas pelas pontas e dá assistência ao segundo. Mas Palermo também sabe criar espaços para a entrada de Palacio pelo meio. Outra ótima opção é a chegada de Dátolo pela linha de fundo, na esquerda, cruzando para a cabeçada de Palermo.

Treinador:

Renato Gaúcho: Demonstra ter o grupo nas mãos e vem evoluindo como treinador. Sua vibração à beira do campo muitas vezes contagia os jogadores, embora também enerve os mais inexperientes. Peca por mostrar vaidade em algumas atitudes. Geralmente é conservador ao escalar a equipe, mas sabe ser ousado quando necessário. Seus times não apresentam um variado leque de jogadas ensaiadas, mas a força aérea é treinada à exaustão.

Carlos Ischia: Ex-assistente de Bianchi no Boca, não tem a mesma ousadia que seu mestre, que fazia a equipe atuar da mesma maneira em qualquer lugar. Prefere jogar mais de acordo com as circunstâncias e carece de firmeza nas decisões. Porém, conhece muito bem o clube e sabe lidar com as estrelas do time. Pode ser cobrado em caso de eliminação na Libertadores, já que vem poupando titulares no Clausura e se afastou do título argentino.

Quem leva vantagem: Fluminense.

Canivete Suiço agora tem até pendrive de 8GB

Postado por: Márcio Barroso
Parceiro: Acesse B-208


Eis um utensílio que faltava em um canivete suíço, um pendrive. Já existente em alguns modelos de 2GB, porém agora pode ser encontrado em até 8GB de capacidade.

Além do pendrive de 8GB que encontramos no canivete Suiço você tem todas aquelas coisas que um canivete tem como tesoura, faca, caneta, etc, etc.

O mesmo pode ser comprado lá fora por U$44.

Celular futurista promete revolucionar a indústria dos telefones móveis

Postado por: Márcio Barroso
Parceiro: Acesse B-208





Se você é um daqueles que adora um telefone celular e não perde uma novidade, pode esperar este lançamento que promete revolucionar a indústria dos telefones celulares. Por enquanto o "Hand Phone" ainda é um telefone conceitual, mas a idéia de proporcionar conversas com um gesto natural não agradou a todos. Alguns fios elásticos levam o fone e o microfone para a ponta do dedos, enquanto o aparelho fica preso ao braço como uma pulseira, para falar basta posicionar os dedos no ouvido e na boca.

Os problemas ocorrem justamente quando você está falando ao celular. Enquanto você atende uma ligação é praticamente impossível fazer alguma outra tarefa usando a mesma mão onde está o telefone. Outro ponto negativo está na posição da mão, afinal, quem consegue ficar tanto tempo com os dedos abertos sem sentir algum desconforto?

Segundo o site do desenvolvedor, uma versão touchscreen também poderá ser lançada. E você o que acha?

Rivais do Boca Juniors torcem para o Flu, mas não acreditam no time brasileiro

Torcedores argentinos dão a fatura como liquidada, mas Renato Gaúcho não liga: ‘Tudo bem. Eles não conhecem o Fluminense’

Caio Barbosa Enviado especial do GLOBOESPORTE.COM, em Buenos Aires


Renato não quer dormir no ponto e promete que o Flu surpreenderá os argentinos

“O jogo de quarta-feira não importa muito. O Boca pode ganhar, perder ou empatar, pois no Maracanã vai ganhar de qualquer jeito e ficar com a vaga”. Esta é a frase mais ouvida nas ruas de Buenos Aires. E elas saem da boca de todos, tanto de torcedores do Boca quanto dos rivais River Plate, Independiente ou Velez Sarsfield, sem a menor conotação de soberba ou menosprezo ao Tricolor. Os argentinos simplesmente não levam a menor fé na classificação do Fluminense para a final da Libertadores.

- Estou torcendo muito pelo Fluminense, mas se tivesse de apostar, infelizmente apostaria no Boca, que tem jogadores muito mais experientes, com passagens pela Europa e que sabem jogar esta competição. Nem nós, que torcemos sempre contra o Boca, estamos acreditando desta vez – diz o radialista Johnatan Wiktor, que não esconde sua paixão pelo River Plate.

Companheiro de Wiktor na árdua tarefa de secar o maior time do país, o quase xará Victor Hugo Morales, torcedor do Velez Sarsfield, procurou a equipe do GLOBOESPORTE.COM para que déssemos um recado ao técnico Renato Gaúcho.

- Avisa a ele para tomar cuidado com o Palermo. É um perna-de-pau, mas joga com uma raça que contagia o time e a torcida. Já a defesa é uma mãe. O goleiro Migliore é inexperiente, e a zaga é falha nas bolas altas. Se o Fluminense quiser alguma coisa, o segredo é este – garante Victor.

Renato tomou conhecimento das dicas e também da opinião dos argentinos, mas preferiu não falar muito e até deu razão aos torcedores.

- O Boca está mais acostumado com esta competição, sim. E tem jogado melhor fora de casa do que dentro, também. Então, é normal que pensem assim. Mas tem uma coisa: eles nunca enfrentaram o Fluminense no Maracanã, não sabem como é. Vamos ver o que vai dar.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Dodô: 'Fizemos quase o impossível'

Jogadores e dirigentes ficam eufóricos com vitória histórica

(Crédito: Gilvan de Souza)

LANCEPRESS!

Com dramaticidade digna de uma final de campeonato – assim foi encarada por ambos os times a partida –, o Fluminense brindou a sua torcida com um dos maiores triunfos de sua história e chegou pela 1ª vez a uma semifinal de Copa Libertadores em seus 106 anos.

A demonstração de gana dos jogadores do Fluminense em alguns momentos pode ter sido confundida com desequilíbrio. A ocasião mais gritante foi quando o capitão Luiz Alberto discutiu asperamente com o apoiador Thiago Neves. Por pouco os dois jogadores não chegaram às vias de fato.

– Não foi nada. É coisa que acontece dentro de campo, é do futebol. Já passou, temos de comemorar muito essa vitória maravilhosa – minimizou o capitão Luiz Alberto.

E de fato a discussão ganhou proporções mínimas diante da magnitude do triunfo sobre um tricampeão mundial e nos acréscimos do segundo tempo.

Autor do gol que reacendeu as esperanças da torcida do Fluminense, o atacante Dodô, que entrou na partida no lugar de Arouca, admitiu que o feito do clube carioca beirou o inimaginável.

– Acho que foi muito bom por tudo que o time fez até o fim. Conseguimos fazer quase o impossível – revelou o artilheiro dos gols bonitos, que desta vez marcou um gol comum, mas muito importante.

Depois do apito final, a imagem do lateral-esquerdo Júnior César significava mais do que mil palavras. Ajoelhado, ele ergueu as mãos para o céu e, visivelmente tomado pela emoção, agradeceu a Deus.










Vem, Boca Juniors!

postado por Marquês de Laranjeiras

Tricolores do céu e da terra!

Já esperava por esse confronto com o Boca Juniors desde a vitória sobre o Figueirense no ano passado. E digo mais, desde o momento do gol do Midas do futebol, previ um massacre histórico sobre os hermanos.
Mostraremos aos outros clubes brasileiros como se deve fazer para eliminar o Bicho Papão.
Bom, isso é simples: é só ser homem! Afinal de contas, quem tem medo de Bicho Papão é criancinha!
Além disso, um time que tem Palerma e Palhaço no ataque não pode me assustar.
Saudações tricolores!





Jogos para Sempre

postado por Marquês de Laranjeiras

Tricolores do céu e da terra!

Ainda estou em êxtase pela magnífica vitória de ontem. Um triunfo com todas as características e requintes dramáticos de um "Jogos Para Sempre". Uma vitória que, com certeza, nunca vamos esquecer.

Obrigado por acreditarem no nosso Tricolor. E agora vamos conquistar a América. Enquanto o grande dia não chega, recomendo a todos a leitura de outro texto de meus amigos do Canal Fluminense:

Flu encara o Boca Juniors na semi

Argentinos têm histórico vencedor em duelos contra brasileiros

GLOBOESPORTE.COM No Rio de Janeiro


Argentinos, Riquelme e Conca vão se encontrar nas semifinais da Libertadores

O Fluminense é o Brasil na Taça Libertadores da América. Com a eliminação do Santos, que venceu o América do México por 1 a 0 (havia perdido por 2 a 0 no Azteca), o Tricolor carioca terá pela frente o Boca Juniors na semifinal da competição entre os clubes mais importantes das Américas. A primeira partida acontece na próxima semana, na Argentina, e a decisão da classificação será na semana seguinte, no Maracanã. LDU e América-MEX são os outros semifinalistas.


A última vez que o Boca Juniors foi eliminado por um clube brasileiro na Libertadores foi em 1963, quando o Santos de Pelé despachou os 'xeneizes' na decisão. Nos últimos anos, o time de Riquelme despachou o Flamengo, em 1993, o Palmeiras, em 2000, o Paysandu, em 2001, o Santos, em 2003, e o Grêmio, em 2007. O Boca tem também em seu currículo triunfos em estádios famosos do Brasil, como o Morumbi, o Olímpico, o Palestra Itália e o Mangueirão.

Washington: ‘Achei que ainda faltavam uns dez minutos’

Atacante participa do programa "RJ TV", dá autógrafo e se encontra com Júnior na Rede Globo

Caio Barbosa Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro


Washington foi o herói da classificação tricolor

O atacante Washington, herói da classificação tricolor para a semifinal da Libertadores marcando dois gols - o segundo nos acréscimos - na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo na noite de quarta-feira, no Maracanã, esteve no início da tarde desta quinta nos estúdios da Rede Globo para participar do programa "RJ TV".

Assim que entrou no estúdio, com o sorriso que lhe é peculiar, o atacante do Fluminense deu autógrafos a funcionários e fez uma revelação a Júnior, ex-craque do Flamengo e da seleção brasileira, hoje comentarista esportivo.

- Só fui ver o gol agora. Achei que tivesse ganho só de um zagueiro, mas foram três. Tinha que ser, né? O engraçado é que quando eu fiz o gol, pensei que ainda faltavam uns dez minutos. Mas quando vi o pessoal no banco dizendo que havia acabado, foi demais – conta.

VÍDEOS: A emoção à flor da pele tricolor

A histórica vitória do Flu sobre o São Paulo - e a conseqüente classificação para as semifinais da Libertadores - registrou momentos de extrema euforia

GLOBOESPORTE.COM no Rio de Janeiro

Assista ao gol de Dodô de um ângulo exclusivo. Um minuto após o gol de empate do São Paulo, o atacante tricolor chutou com precisão para colocar o Fluminense mais uma vez em vantagem

Confira o gol decisivo de Washington para o Fluminense de um ângulo exclusivo. Atacante tricolor sobe na área do São Paulo aos 46 minutos do segundo tempo e cabeceia sem chances para Rogério Ceni

Um herói do passado festeja com o do momento. Assis dá um abraço emocionado em Washington. O principal responsável pela classificação do Fluminense para as semifinais da Libertadores ressalta importância do grupo tricolor

Renato Gaúcho chora no gramado após classificação do Fluminense na Libertadores. Técnico tricolor fica sentado no meio do campo assistindo à comemoração dos jogadores

Renato Gaúcho dedica classificação na Libertadores a sua filha. Por conta da partida decisiva com o São Paulo, treinador passou apenas 40 minutos junto com a filha no dia de seu aniversário

Renato Gaúcho diz que São Paulo valorizou classificação do Fluminense. Técnico tricolor elogia seu time e explica entrada de Maurício em campo

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Fluminense 3x1 São Paulo

Fluminense 3×1 São Paulo

Wallpaper - O maior Tricolor do Brasil na Libertadores!

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Veja galeria de fotos da China após o terremoto do último dia 12 de maio (+18)

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É uma coletânea com 68 imagens, a maioria proibidas de circular pelo fechado Governo Chinês.

Contêm cenas fortes: +18 anos.

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